segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Entramos nas últimas semanas de A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis. E da exposição do Xana. No Teatro da Politécnica só até 28 de Outubro. Daqui a dias partimos para a Guarda com JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams. E é boa altura para assinar os Livrinhos de Teatro 2018: 10 livros = 50 euros, não é? E dentro em breve OS MORTOS NÃO BEBEM CHÁ um epectáculo da Cena Múltipla a partir de Daniil Harms.


A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com João MeirelesInês PereiraAmérico SilvaVânia RodriguesAndré LoubetPedro BaptistaPedro CarracaJoão Pedro Mamede e Nuno Gonçalo Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes AlvesLuz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo M12
 
No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Milítsa Já te disse – não somos boas para nada – sempre inquietas, sempre vazias – suplicamos, queixamo-nos – não somos feitas para nada, só para o mal – fomos nós que destruímos o Paraíso.

Dimítris Dimitriádis, A Vertigem dos Animais Antes do Abate

Tudo cai, tudo está a ruir, a morte anda por aí neste texto seminal de um grande poeta de Salónica, Grécia. Riso, gritos, paixões, lágrimas, abraços, esperma. “O nosso dever”, diz Dimitriádis, "é voltar a fazer entrar personagens nos palcos que Beckett esvaziou para sempre”. Pois, paradoxal, vertiginoso.

Fotografia © Jorge Gonçalves


Labirinto X001 é o titulo da instalação artística de XANA com utilização de diversos aparelhos electrónicos e objectos industriais.

A estrutura da instalação será realizada com cerca de 1200 caixas contentoras de plástico, numa organização modular que surge na sequência da construção do Arco do Triunfo, Barcelona (2009) e das Assembleias realizadas na Fundação Gulbenkian e  Museu do Chiado - MNAC (2012). 

Esta nova "arquitectura" estabelece corredores múltiplos, com percursos opcionais, envolvendo o público numa vivência multisensorial, onde surgirão diversas surpresas, algumas sonoras.
Este será o primeiro de uma série de “labirintos”, a construir, tendo como tema os três valores que Xana tem vindo a discorrer: Amor, Liberdade e Sabedoria.

No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

 LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável,
com sons, cores, padrões (e até palavras)  até que o lugar fique estranho
ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Com muitas caixas de pandora e fios de Ariadne.
Com liberdade livre para construir… perder-se,  ou encontrar o Minotauro?
Amar para transcender, imaginar para prosseguir, preparados para lutar ou dançar.
Passeamos em todos os sonhos do mundo como numa confeitaria

Xana,  2017

Fotografia © Jorge Gonçalves


JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Munoz CardosoJoão Pedro MamedeGuilherme Gomes e Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Coordenação Técnica João Chicó Produção João Meireles Assistência de Encenação António Simão Encenação Jorge Silva Melo

Na Guarda, no Teatro Municipal da Guarda a 4 de Novembro
No Teatro da Politécnica de 8 a 18 de Novembro

4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Em Estarreja, no Cine-Teatro de Estarreja a 2 de Dezembro
Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 8 de Dezembro

TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...
Tennessee Williams, Jardim Zoológico de Vidro

Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.

Jorge Silva Melo

Fotografias © Jorge Gonçalves 


ASSINATURAS LIVRINHOS DE TEATRO 2018
Vamos continuar com os Livrinhos de Teatro. Em 2018, queremos editar 10 volumes. Enviaremos 3 a 4 remessas durante o ano. Sem portes de correio. Mas, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica em 2018.
Quanto tem de pagar? 50 euros no acto da assinatura.
Por cheque para Rua Campo de Ourique, 120 – 1250-062 Lisboa ou por transferência bancária IBAN PT50 0007 0018 00257 880006 19

JANEIRO
Nº 111 – Claudio Tolcachir – A Omissão da Família Coleman/ Terceiro Corpo
Nº 112 – Daniel Veronese – Mulheres Sonharam Cavalos/ De Carro
Nº 113 – Matías Del Federico – Em Terapia/ Somos Childfree
Nº 114 – Owen McCafferty – Sem Alarde

MARÇO
Nº 115 – Marguerite Duras – O Teatro da Amante Inglesa

SETEMBRO
Nº 116 – Dimítris Dimitriádis –  A Circularidade do Quadrado

Nº 117 – Jean Cocteau – Os Pais Terríveis/ A Águia das Duas Cabeças

NOVEMBRO
Nº 118 – Juan Mayorga – O Cartógrafo

Nº 119 – título a indicar
Nº 120 – título a indicar

Informações: abento@artistasunidos.pt.


OS MORTOS NÃO BEBEM CHÁ de Daniil Harms Com Beatriz Soares, Carina Henriques, Diana Lima, Francisca Silva, João Pinto, Leonor Vilar, Ricardo Jacob e Sofia Almeida Cenário e Figurinos Catarina Pé Curto com os intérpretes Voz Pedro d’Orey Luz Francis Seleck Fotografia Catarina Pé Curto Encenação Francis Seleck Produção Cena Múltipla – Associação Cultural O Mundo do Espectáculo Apoio Câmara Municipal de Almada

No Teatro da Politécnica a 3 e 4 de Novembro

6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Impotentes perante uma realidade que as procura destruir e precipitadas num mundo às avessas, as personagens vivem o seu extraordinário quotidiano sem sentido, retidas numa armadilha que põe à mostra os lados mais secretos da consciência humana.

Numa sucessão de pequenas histórias absurdas, surrealistas, recheadas de humor negro, tragicamente cómicas e próximas do “non-sense”, o pequeno mundo de Daniil Harms atravessa situações sem saída, perturbado por uma inesperada razão louca, em luta contra o sentido, numa sensação de pesadelo iminente que se torna realidade.

Fotografia © Catarina Pé Curto 




segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Hoje às 18h30, retomamos A VOZ DOS POETAS na Biblioteca da Imprensa Nacional, Rua da Escola Politécnica. Lia Gama e Jorge Silva Melo lêem Camilo Pessanha. Enquanto, no Teatro da Politécnica prossegue, até 28 de Outubro, A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis. E a exposição do Xana. Na sexta-feira, 13, integrados na Traça, mostra de filmes de família organizada pela Videoteca de Lisboa/Alkantara, apresentamos EU FUI MEXER NAS COISAS TODAS de Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar no Palácio do Machadinho, na Madragoa. E bem podia assinar os Livrinhos de Teatro 2018: 10 livros = 50 euros.


INCM/AU
E na Biblioteca da Imprensa Nacional (Rua da Escola Politécnica) vamos ler poesias de alguns poetas editados pela INCM. Porque gostamos de dar a voz aos poetas, voz alta.
Na Biblioteca da Imprensa Nacional, 9 de Outubro de 2017, 18h30
Camilo Pessanha por Jorge Silva Melo Lia Gama
Próxima sessão:
13 de Novembro de 2017, 18h30

Fernando Lemos por Jorge Silva Melo


A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com João Meireles, Inês PereiraAmérico SilvaVânia Rodrigues, André Loubet, Pedro Baptista, Pedro Carraca, João Pedro Mamede e Nuno Gonçalo Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo M12
 
No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Milítsa Já te disse – não somos boas para nada – sempre inquietas, sempre vazias – suplicamos, queixamo-nos – não somos feitas para nada, só para o mal – fomos nós que destruímos o Paraíso.

Dimítris Dimitriádis, A Vertigem dos Animais Antes do Abate

Tudo cai, tudo está a ruir, a morte anda por aí neste texto seminal de um grande poeta de Salónica, Grécia. Riso, gritos, paixões, lágrimas, abraços, esperma. “O nosso dever”, diz Dimitriádis, "é voltar a fazer entrar personagens nos palcos que Beckett esvaziou para sempre”. Pois, paradoxal, vertiginoso.

Fotografia © Jorge Gonçalves


Labirinto X001 é o titulo da instalação artística de XANA com utilização de diversos aparelhos electrónicos e objectos industriais.

A estrutura da instalação será realizada com cerca de 1200 caixas contentoras de plástico, numa organização modular que surge na sequência da construção do Arco do Triunfo, Barcelona (2009) e das Assembleias realizadas na Fundação Gulbenkian e  Museu do Chiado - MNAC (2012). 

Esta nova "arquitectura" estabelece corredores múltiplos, com percursos opcionais, envolvendo o público numa vivência multisensorial, onde surgirão diversas surpresas, algumas sonoras.

Este será o primeiro de uma série de “labirintos”, a construir, tendo como tema os três valores que Xana tem vindo a discorrer: Amor, Liberdade e Sabedoria.

No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

 LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável,
com sons, cores, padrões (e até palavras)  até que o lugar fique estranho
ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Com muitas caixas de pandora e fios de Ariadne.
Com liberdade livre para construir… perder-se,  ou encontrar o Minotauro?
Amar para transcender, imaginar para prosseguir, preparados para lutar ou dançar.
Passeamos em todos os sonhos do mundo como numa confeitaria

Xana,  2017

Fotografia © Jorge Gonçalves


EU FUI MEXER NAS COISAS TODAS de Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar Texto de Jorge Silva Melo a partir do depoimento de Maria Manuela Almeida Com  Rita Brütt  e a voz de  Isabel Muñoz Cardoso Montagem de Miguel Aguiar a partir dos filmes de Maria Manuela Gomes de Sousa  Produção Pedro Jordão/Artistas Unidos Agradecimentos Maria Manuela Almeida  Organização - CML - Arquivo Municipal de Lisboa - Videoteca em parceria com Alkantara - A.C. 

No Palácio do Machadinho de 13 a 15 de Outubro
(Rua do Machadinho,  20) 
6ª às  22h30 e 23h00 | Sáb. às 21h30 e 22h00 | Dom. às  20h00 e 20h30
Entrada livre na medida dos lugares disponíveis

Uma casa na Madragoa, E as memórias de uma senhora que terá agora 70 anos, Maria Manuela de Sousa: “quando eu era miúda, via a máquina de filmar e etc..., mas não me interessava minimamente ver. A minha mãe morreu...”. Que mundo era este em que uma senhora filma incessantemente? Vemos Veneza, a Suíça, Angola, Sesimbra, o casamento tardio do pai, a chegada de uma tia de Moçambique.. Na penumbra, a sala enche-se de vozes, e sempre esta pergunta: “Quem era? Quem era a sua mãe?” E a filha lembra-se. Lembra-se de “ter cá vindo a casa um artista brasileiro, o Ivon Curi. E que houve um jantar, lembro-me dessas fotografias, mas é assim o único acontecimento em que me lembro de estar.” Ivon Curi. Quem não se lembra? “Ela só quer/ só pensa em namorar”, cantava ele.

Fotografia © Jorge Gonçalves


Vamos continuar com os Livrinhos de Teatro. Em 2018, queremos editar 10 volumes. Enviaremos 3 a 4 remessas durante o ano. Sem portes de correio. Mas, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica em 2018.
Quanto tem de pagar? 50 euros no acto da assinatura.

Por cheque para Rua Campo de Ourique, 120 – 1250-062 Lisboa ou por transferência bancária IBAN PT50 0007 0018 00257 880006 19

JANEIRO
Nº 111 – Claudio Tolcachir – A Omissão da Família Coleman/ Terceiro Corpo
Nº 112 – Daniel Veronese – Mulheres Sonharam Cavalos/ De Carro
Nº 113 – Matías Del Federico – Em Terapia/ Somos Childfree
Nº 114 – Owen McCafferty – Sem Alarde

MARÇO
Nº 115
 – Marguerite Duras – O Teatro da Amante Inglesa

SETEMBRO
Nº 116
 – Dimítris Dimitriádis –  A Circularidade do Quadrado
Nº 117 – Jean Cocteau – Os Pais Terríveis/ A Águia das Duas Cabeças

NOVEMBRO
Nº 118
 – Juan Mayorga – O Cartógrafo
Nº 119 – título a indicar
Nº 120 – título a indicar
Informações: abento@artistasunidos.pt e aqui.









segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Amanhã, no Teatro sem Fios da Antena 2, é transmitida MULHERES QUE SONHARAM CAVALOS do argentino Daniel Veronese. Enquanto, no Teatro da Politécnica prossegue, até 28 de Outubro, A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis. E a exposição do Xana. E já é altura de assinar os Livrinhos de Teatro 2018: 10 livros = 50 euros. E de 13 a 15 de Outubro, no Palácio do Machadinho, apresentamos EU FUI MEXER NAS COISAS TODAS de Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar integrados na Traça, a mostra de filmes de família organizada pela Videoteca de Lisboa/Alkantara.


Mulheres Sonharam Cavalos de Daniel Veronese Com Andreia Bento, Inês Pereira, João Meireles, João Pedro Mamede, Pedro Carraca e Vânia Rodrigues Direcção António Simão
Na Antena 2, Teatro Sem Fios, 3 de Outubro às 19h00

Seis personagens numa casa pequena, um corte nas suas vidas. O que desencadeia o conflito é o anúnio do encerramento do negócio de família. Um almoço que nunca se concretiza. Sobre a necessidade de estar no ar, quando a terra não pode mais suportar o peso do nosso pensamento.



Fotografia © Jorge Gonçalves




A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com João Meireles, Inês Pereira, Américo SilvaVânia Rodrigues, André Loubet, Pedro Baptista, Pedro Carraca, João Pedro Mamede e Nuno Gonçalo Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo M12
 
No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
Milítsa Já te disse – não somos boas para nada – sempre inquietas, sempre vazias – suplicamos, queixamo-nos – não somos feitas para nada, só para o mal – fomos nós que destruímos o Paraíso.

Dimítris Dimitriádis, A Vertigem dos Animais Antes do Abate
Tudo cai, tudo está a ruir, a morte anda por aí neste texto seminal de um grande poeta de Salónica, Grécia. Riso, gritos, paixões, lágrimas, abraços, esperma. “O nosso dever”, diz Dimitriádis, "é voltar a fazer entrar personagens nos palcos que Beckett esvaziou para sempre”. Pois, paradoxal, vertiginoso.
Fotografia © Jorge Gonçalves

Labirinto X001 é o titulo da instalação artística de XANA com utilização de diversos aparelhos electrónicos e objectos industriais.
A estrutura da instalação será realizada com cerca de 1200 caixas contentoras de plástico, numa organização modular que surge na sequência da construção do Arco do Triunfo, Barcelona (2009) e das Assembleias realizadas na Fundação Gulbenkian e  Museu do Chiado - MNAC (2012). 
Esta nova "arquitectura" estabelece corredores múltiplos, com percursos opcionais, envolvendo o público numa vivência multisensorial, onde surgirão diversas surpresas, algumas sonoras.
Este será o primeiro de uma série de “labirintos”, a construir, tendo como tema os três valores que Xana tem vindo a discorrer: Amor, Liberdade e Sabedoria.

No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

 LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável,
com sons, cores, padrões (e até palavras)  até que o lugar fique estranho
ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Com muitas caixas de pandora e fios de Ariadne.
Com liberdade livre para construir… perder-se,  ou encontrar o Minotauro?
Amar para transcender, imaginar para prosseguir, preparados para lutar ou dançar.
Passeamos em todos os sonhos do mundo como numa confeitaria

Xana,  2017

Fotografia © Jorge Gonçalves
Vamos continuar com os Livrinhos de Teatro. Em 2018, queremos editar 10 volumes. Enviaremos 3 a 4 remessas durante o ano. Sem portes de correio. Mas, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica em 2018.

Quanto tem de pagar? 50 euros no acto da assinatura.
Por cheque para Rua Campo de Ourique, 120 – 1250-062 Lisboa ou por transferência bancária IBAN PT50 0007 0018 00257 880006 19

JANEIRO Nº 111 – Claudio Tolcachir – A Omissão da Família Coleman/ Terceiro Corpo Nº 112 – Daniel Veronese – Mulheres Sonharam Cavalos/ De Carro Nº 113 – Matías Del Federico – Em Terapia/ Somos Childfree Nº 114 – Owen McCafferty – Sem Alarde

MARÇO
Nº 115
– Marguerite Duras – O Teatro da Amante Inglesa

SETEMBRO
Nº 116
– Dimítris Dimitriádis –  A Circularidade do Quadrado
Nº 117 – Jean Cocteau – Os Pais Terríveis/ A Águia das Duas Cabeças

NOVEMBRO
Nº 118
– Juan Mayorga – O Cartógrafo
Nº 119 – título a indicar Nº 120 – título a indicar

Informações: abento@artistasunidos.pt e aqui.



EU FUI MEXER NAS COISAS TODAS de Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar Texto de Jorge Silva Melo a partir do depoimento de Maria Manuela Almeida Com  Rita Brütt  e a voz de  Isabel Muñoz Cardoso Montagem de Miguel Aguiar a partir dos filmes de Maria Manuela Gomes de Sousa  Produção Pedro Jordão/Artistas Unidos Agradecimentos Maria Manuela Almeida  Organização - CML - Arquivo Municipal de Lisboa - Videoteca em parceria com Alkantara - A.C. 

No Palácio do Machadinho de 13 a 15 de Outubro
(Rua do Machadinho,  20) 
6ª às  22h30 e 23h00 | Sáb. às 21h30 e 22h00 | Dom. às  20h00 e 20h30
Entrada livre na medida dos lugares disponíveis
Uma casa na Madragoa, E as memórias de uma senhora que terá agora 70 anos, Maria Manuela de Sousa: “quando eu era miúda, via a máquina de filmar e etc..., mas não me interessava minimamente ver. A minha mãe morreu...”. Que mundo era este em que uma senhora filma incessantemente? Vemos Veneza, a Suíça, Angola, Sesimbra, o casamento tardio do pai, a chegada de uma tia de Moçambique.. Na penumbra, a sala enche-se de vozes, e sempre esta pergunta: “Quem era? Quem era a sua mãe?” E a filha lembra-se. Lembra-se de “ter cá vindo a casa um artista brasileiro, o Ivon Curi. E que houve um jantar, lembro-me dessas fotografias, mas é assim o único acontecimento em que me lembro de estar.” Ivon Curi. Quem não se lembra? “Ela só quer/ só pensa em namorar”, cantava ele.

Fotografia © Jorge Gonçalves


segunda-feira, 25 de setembro de 2017

E na terça, 3 de Outubro, pelas 19h recomeça na Antena Dois o Teatro sem Fios. Com MULHERES QUE SONHARAM CAVALOS do argentino Daniel Veronese. E continua A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis e também o LABIRINTO X001 de Xana.


Mulheres Sonharam Cavalos de Daniel Veronese Com Andreia Bento, Inês Pereira, João Meireles, João Pedro Mamede, Pedro Carraca e Vânia Rodrigues Direcção António Simão
Na Antena 2, Teatro Sem Fios, 3 de Outubro às 19h00
Seis personagens numa casa pequena, um corte nas suas vidas. O que desencadeia o conflito é o anúnio do encerramento do negócio de família. Um almoço que nunca se concretiza. Sobre a necessidade de estar no ar, quando a terra não pode mais suportar o peso do nosso pensamento.


Fotografia © Jorge Gonçalves



A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com João MeirelesInês Pereira, Américo Silva, Vânia RodriguesAndré Loubet, Pedro Baptista, Pedro Carraca, João Pedro Mamede Nuno Gonçalo Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo M16
 
No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Milítsa Já te disse – não somos boas para nada – sempre inquietas, sempre vazias – suplicamos, queixamo-nos – não somos feitas para nada, só para o mal – fomos nós que destruímos o Paraíso.

Dimítris Dimitriádis, A Vertigem dos Animais Antes do Abate

Tudo cai, tudo está a ruir, a morte anda por aí neste texto seminal de um grande poeta de Salónica, récia. Riso, gritos, paixões, lágrimas, abraços, esperma. “O nosso dever”, diz Dimitriádis, "é voltar a fazer entrar personagens nos palcos que Beckett esvaziou para sempre”. Pois, paradoxal, vertiginoso.

Fotografia © Jorge Gonçalves




No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável, com acções e talvez línguas até que o lugar fique estranho ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Passeamos em todos sonhos do mundo como numa confeitaria.

Xana, Primavera 2017

Fotografia© Jorge Gonçalves

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

JOGADORES de Pau Miró (o filme!) passa na RTP2 amanhã, sábado, 23, pelas 22h.


JOGADORES de Pau Miró Tradução Joana Frazão Com Américo Silva, António Simão, João Meireles e Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografia José Luís Carvalhosa Assistente de imagem Lisa Persson Som Armanda Carvalho Assistente de som Miguel Gaspar, Bernardo Theriaga e Tomé Palmeirim Montagem Miguel Aguiar e Eduardo Breda Misturas Nuno Carvalho Construções Thomas Karhel Assistente de plateau João Delgado Produção Pedro Carraca Realização Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar Produção Artistas Unidos/RTP

Na RTP2, 23 de Setembro às 22h00

Numa casa antiga, ao redor de uma mesa, debaixo de uma lâmpada, quatro homens jogam uma partida de cartas. Esta casa é um refúgio onde se aceitam todos os fracassos, onde todos são permitidos. O fracasso é a regra, não a excepção. O dinheiro desapareceu, assim como desapareceu qualquer possibilidade de sucesso pessoal. Ao ponto de bater no fundo, as quatro personagens decidem arriscar. O jogo torna-se perigoso.

É como se estas personagens se tivessem esquecido do texto e estivessem à espera que voltasse. Perderam o pulsar do mundo, e só têm uma maneira de o recuperar, talvez demasiado arriscada, seguramente demasiado perigosa. E louca. E também desesperada. Ao fim e ao cabo, no entanto, a única maneira.

Pau Miró

Personagens sem esperança, à deriva, sem trabalho, perdidos num mundo que já não é o seu, aparentemente "normais" mas com um fundo de mistério e turbulência que vão mostrando pouco a pouco. Jogadores trata dos páramos da meia-idade e do vício do risco, do colocar-se em perigo: a vertigem como forma de escape de uma realidade opaca.

Marcos Ordóñez

Fotografia © Jorge Gonçalves

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Amanhã, pelas 19h00, no Teatro da Politécnica, Isabel Muñoz Cardoso e Jorge Silva Melo lerão MORRO COMO UM PAÍS de Dimitriádis (entrada livre, integrado no Bairro das Artes). E está aberta a exposição LABIRINTO X001. De Xana. E, depois, pelas 21h00, A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis. E já estão abertas as assinaturas para os Livrinhos de Teatro 2018. 10 livros, 50 euros.


MORRO COMO PAÍS de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com Isabel Muñoz Cardoso e Jorge Silva Melo

No Teatro da Politécnica a 21 de Setembro às 19h00
(integrado no Bairro das Artes)

MORRO COMO PAÍS fala da morte de um território devastado pela guerra civil,pela corrupção política e pela subversão moral. Ampla discussão sobre temas como as violações dos direitos humanos, as ditaduras militares e civis.
Curto texto que, numa apoteose orgástica da palavra, nos dá a ler a morte física e espiritual de um país vencido (a Grécia da "ditadura dos coronéis"), figuração trágica (numa espécie de amálgama de todas as perversões e subversões) de uma outra morte muito mais radical, a de todos os valores da Humanidade e do próprio Homem.

Entrada Livre
Os bilhetes são distribuídos a partir das 17h00, por ordem de chegada.

Fotografia © Jorge Gonçalves



No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável, com acções e talvez línguas até que o lugar fique estranho ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Passeamos em todos sonhos do mundo como numa confeitaria.

Xana, Primavera 2017
Fotografia © Jorge Gonçalves

 



JOGADORES de Pau Miró Tradução Joana Frazão Com Américo Silva, António Simão, João Meireles e Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografia José Luís Carvalhosa Assistente de imagem Lisa Persson Som Armanda Carvalho Assistente de som Miguel Gaspar, Bernardo Theriaga e Tomé Palmeirim Montagem Miguel Aguiar e Eduardo Breda Misturas Nuno Carvalho Construções Thomas Karhel Assistente de plateau João Delgado Produção Pedro Carraca Realização Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar Produção Artistas Unidos/RTP 

Na RTP2, 23 de Setembro às 22h00

Numa casa antiga, ao redor de uma mesa, debaixo de uma lâmpada, quatro homens jogam uma partida de cartas. Esta casa é um refúgio onde se aceitam todos os fracassos, onde todos são permitidos. O fracasso é a regra, não a excepção. O dinheiro desapareceu, assim como desapareceu qualquer possibilidade de sucesso pessoal. Ao ponto de bater no fundo, as quatro personagens decidem arriscar. O jogo torna-se perigoso.

É como se estas personagens se tivessem esquecido do texto e estivessem à espera que voltasse. Perderam o pulsar do mundo, e só têm uma maneira de o recuperar, talvez demasiado arriscada, seguramente demasiado perigosa. E louca. E também desesperada. Ao fim e ao cabo, no entanto, a única maneira.

Pau Miró

Personagens sem esperança, à deriva, sem trabalho, perdidos num mundo que já não é o seu, aparentemente "normais" mas com um fundo de mistério e turbulência que vão mostrando pouco a pouco. Jogadores trata dos páramos da meia-idade e do vício do risco, do colocar-se em perigo: a vertigem como forma de escape de uma realidade opaca.

Marcos Ordóñez

Fotografia © Jorge Gonçalves


Vamos continuar com os Livrinhos de Teatro. Em 2018, queremos editar 10 volumes. Enviaremos 3 a 4 remessas durante o ano. Sem portes de correio. Mas, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica em 2018.
Quanto tem de pagar? 50 euros no acto da assinatura.
Por cheque para Rua Campo de Ourique, 120 – 1250-062 Lisboa ou por transferência bancária IBAN PT50 0007 0018 00257 880006 19

JANEIRO Nº 111 – Claudio Tolcachir – A Omissão da Família Coleman/ Terceiro Corpo Nº 112 – Daniel Veronese – Mulheres Sonharam Cavalos/ De Carro Nº 113 – Matías Del Federico – Em Terapia/ Somos Childfree Nº 114 – Owen McCafferty – Sem Alarde

MARÇO
Nº 115 – Marguerite Duras – O Teatro da Amante Inglesa


SETEMBRO
Nº 116
– Dimítris Dimitriádis –  A Circularidade do Quadrado
Nº 117 – Jean Cocteau – Os Pais Terríveis/ A Águia das Duas Cabeças

NOVEMBRO
Nº 118 – Juan Mayorga – O Cartógrafo
Nº 119 – título a indicar Nº 120 – título a indicar

Informações: abento@artistasunidos.pt e aqui.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O Teatro da Politécnica já abriu. Em cena, A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis. E uma exposição de Xana, LABIRINTO X001. E atenção, na 5ª feira 21, pelas 19h, Isabel Muñoz Cardoso e Jorge Silva Melo lerão MORRO COMO UM PAÍS de Dimitriádis (entrada livre, integrado no Bairro das Artes). E no Sábado, 23 de Setembro, às 22h00, passa na RTP2 JOGADORES de Pau Miró.


A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com João Meireles, Inês Pereira, Américo Silva, Vânia Rodrigues, André Loubet, Pedro Baptista, Pedro Carraca, João Pedro Mamede e Nuno Gonçalo Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo M16
 
No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro 3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Milítsa Já te disse – não somos boas para nada – sempre inquietas, sempre vazias – suplicamos, queixamo-nos – não somos feitas para nada, só para o mal – fomos nós que destruímos o Paraíso.
Dimítris Dimitriádis, A Vertigem dos Animais Antes do Abate

Tudo cai, tudo está a ruir, a morte anda por aí neste texto seminal de um grande poeta de Salónica, Grécia. Riso, gritos, paixões, lágrimas, abraços, esperma. “O nosso dever”, diz Dimitriádis, "é voltar a fazer entrar personagens nos palcos que Beckett esvaziou para sempre”. Pois, paradoxal, vertiginoso.

Fotografia © Jorge Gonçalves



No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável, com acções e talvez línguas até que o lugar fique estranho ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Passeamos em todos sonhos do mundo como numa confeitaria.

Xana, Primavera 2017


Fotografia © Jorge Gonçalves



MORRO COMO PAÍS de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com Isabel Muñoz Cardoso e Jorge Silva Melo

No Teatro da Politécnica a 21 de Setembro às 19h00
(integrado no Bairro das Artes)

MORRO COMO PAÍS fala da morte de um território devastado pela guerra civil,pela corrupção política e pela subversão moral. Ampla discussão sobre temas como as violações dos direitos humanos, as ditaduras militares e civis.
Curto texto que, numa apoteose orgástica da palavra, nos dá a ler a morte física e espiritual de um país vencido (a Grécia da "ditadura dos coronéis"), figuração trágica (numa espécie de amálgama de todas as perversões e subversões) de uma outra morte muito mais radical, a de todos os valores da Humanidade e do próprio Homem.

Entrada Livre
Os bilhetes são distribuídos a partir das 17h00, por ordem de chegada.

Fotografia © Jorge Gonçalves




JOGADORES de Pau Miró Tradução Joana Frazão Com Américo Silva, António Simão, João Meireles e Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografia José Luís Carvalhosa Assistente de imagem Lisa Persson Som Armanda Carvalho Assistente de som Miguel Gaspar, Bernardo Theriaga e Tomé Palmeirim Montagem Miguel Aguiar e Eduardo Breda Misturas Nuno Carvalho Construções Thomas Karhel Assistente de plateau João Delgado Produção Pedro Carraca Realização Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar Produção Artistas Unidos/RTP

Na RTP2 a 23 de Setembro às 22h00

É como se estas personagens se tivessem esquecido do texto e estivessem à espera que voltasse. Perderam o pulsar do mundo, e só têm uma maneira de o recuperar, talvez demasiado arriscada, seguramente demasiado perigosa. E louca. E também desesperada. Ao fim e ao cabo, no entanto, a única maneira.

Pau Miró

Personagens sem esperança, à deriva, sem trabalho, perdidos num mundo que já não é o seu, aparentemente "normais" mas com um fundo de mistério e turbulência que vão mostrando pouco a pouco. Jogadores trata dos páramos da meia-idade e do vício do risco, do colocar-se em perigo: a vertigem como forma de escape de uma realidade opaca.

Marcos Ordóñez