segunda-feira, 19 de junho de 2017

Em ensaios, em arrumações. Entretanto, na 3ª 4 de Julho, passa na Antena 2 NÃO ME LEMBRO DE NADA de Arthur Miller. E na mesma semana, na 6ª 7 de Julho, apresentamos TENHO TRINTA ANOS, ESTOU NA CADEIA HÁ QUATRO alguns "Papéis da Prisão"de LUANDINO VIEIRA no Jardim de Verão da Gulbenkian.


NÃO ME LEMBRO DE NADA de Arthur Miller Com Américo Silva, Isabel Muñoz Cardoso Direcção Pedro Carraca

Na Antena 2, Teatro Sem Fios, 4 de Julho às 19h00 (repetição a 1 de Agosto às 21h00)


Leonor sofre de amnésia, uma viúva que janta com  Leo, amigo do falecido marido. Desiludida com uma sociedade ainda atolada em brutalidade e mentiras, Leonor refugia-se no álcool e questiona a sua existência. Leo, um teimoso comunista nascido da Depressão, desafia a amiga, recusando-se a perder qualquer esperança para este mundo.



TENHO TRINTA ANOS, ESTOU NA CADEIA HÁ QUATRO alguns "Papéis da Prisão" de Luandino Vieira Com António Simão, João Meireles, João Pedro MamedeJorge Silva Melo, Pedro CarracaDaniel Martinho Assistência de encenação Andreia Bento Encenação Jorge Silva Melo
No Jardim de Verão da Fundação Calouste Gulbenkian, 7 de Julho às 19h00
“Deve ser este o famoso Tarrafal, que reabriu quando mandaram para cá os angolanos”, escreve Luandino Vieira em 13 de Agosto de 1964, quando é enfiado no campo de concentração, vindo da Luanda onde desafiara a ditadura. “Parece um sonho vir cá parar.”
São notas, emoções, reflexões, factos, apontamentos, “bocados de nós próprios”, uma voz que teima em reter o tempo.


sexta-feira, 16 de junho de 2017

Hoje estamos em Castelo Branco com JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams. Estamos a fechar temporada. Mas voltamos em Setembro.


JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Muñoz Cardoso, João Pedro Mamede, Guilherme Gomes e Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Encenação Jorge Silva Melo M14

Em Castelo Branco, no Cine-Teatro Avenida, a 16 de Junho às 18h30
Reservas | 
272 349 560

TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...

Tennessee Williams
, Jardim Zoológico de Vidro

Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.
Jorge Silva Melo


Fotografia © Jorge Gonçalves


segunda-feira, 5 de junho de 2017

A ARTE EM IMAGENS regressa à FASVS com a apresentação de FERNANDO LEMOS | um filme que anda a ser feito, 3ª 13 de Junho. E na próxima semana estaremos em Castelo Branco com JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams.



De janeiro de 2017 a janeiro de 2018 nos primeiros domingos de cada mês, às 15h30, a Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva exibe os filmes produzidos pelos Artistas Unidos sobre artistas plásticos.
Onze filmes sobre artistas produzidos pelos Artistas Unidos, um retrato sensível das artes em Portugal na segunda metade do século XX.
"Sim, tentei fazer retratos" , diz Jorge Silva Melo.

13 de Junho de 2017 | Vieira da Silva em Festa | Tema: Lisboa Capital Ibérico Americana
FERNANDO LEMOS | um filme que anda a ser feito
Com presença de Jorge Silva Melo

Próxima sessão:
2 de Julho de 2017
ANA VIEIRA. E o Que Não é Visto
 de Jorge Silva Melo, 
2011, 60 min, M/6


JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Muñoz CardosoJoão Pedro Mamede, Guilherme Gomes e Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Encenação Jorge Silva Melo M14

Em Castelo Branco, no Cine-Teatro Avenida, a 16 de Junho às 18h30
Reservas | 
272 349 560

TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...

Tennessee Williams
, Jardim Zoológico de Vidro

Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.
Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Última semana de O CINEMA de Annie Baker. Até sábado 3 de Junho no Teatro da Politécnica. Últimos dias, também, para ver a exposição SÉRGIO POMBO. E no próximo sábado, 3 de Junho, estaremos com JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams na Póvoa de Varzim e seguimos depois para Castelo Branco.


O Cinema de Annie Baker Tradução Francisco Frazão Com António Simão, Bruno Huca, Rita Cabaço e Miguel Galamba/João Pedro Mamede Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Coordenação Técnica João Chicó Assistência de Encenação Diana Santos e Bernardo Alves Encenação Pedro Carraca Apoio Cinemas NOS M12

No Teatro da Politécnica de 3 de Maio a 3 de Junho
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00


SAM           Às vezes há pessoas que ficam sentadas até ao fim do genérico. Mas depois vão-se embora.
Annie Baker, O Cinema

Num cinema esquecido de província, três empregados mal pagos varrem pipocas nos corredores vazios e cuidam de um dos últimos projectores de 35mm. Um tributo ao poder do cinema e um doloroso retrato de três pessoas no trabalho.
Nós, os espectadores, somos o ecrã onde é projectado o filme. A luz do projector irradia por sobre as nossas cabeças.


Fotografias ©
 Jorge Gonçalves


SÉRGIO POMBO AGORA 

No Teatro da Politécnica de 18 de Abril a 3 de Junho
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

A pintura de Sérgio Pombo – pintura, desenho, com figuras ou sem, a pintura que nele tudo é pintura, irredutivelmente pintura – é tão brilhantemente viva que ofusca, é tão desassombrada que nos assalta o equilíbrio, sofre, “o dia em que nasci morra e pereça”, dizia Job, amaldiçoa-nos – mas promete-nos o humano, o humano presente, o humano simplesmente, a vida de hoje, esta, sufocantemente bela na sua crueza rápida, na sua imensa solidão.
Com a rapidez das estrelas cadentes no céu de todas as noites, Sérgio Pombo, persegue a beleza, promete-nos que ela aí vem, está a chegar, voluptuosa.

 Jorge Silva Melo
Fotografia © Jorge Gonçalves



JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Muñoz Cardoso, João Pedro Mamede, Guilherme Gomes e Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Encenação Jorge Silva Melo M14

Na Póvoa de Varzim, no Cine-Teatro Garrett, 3 de Junho às 22h00
Reservas | 252 090 210

Em Castelo Branco, no Cine-Teatro Avenida, a 16 de Junho às 18h30
Reservas | 
272 349 560
TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...

Tennessee Williams
, Jardim Zoológico de Vidro

Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.
Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves



quarta-feira, 17 de maio de 2017

Últimas semanas de O CINEMA de Annie Baker e da exposição SÉRGIO POMBO no Teatro da Politécnica. Só até sábado 3 de Junho. E na próxima 5ª, 25 de Maio, estreamos NA MARGEM DE LÁ - UM LAMENTO de Jorge Silva Melo no TNDMII. E o JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams segue para a Póvoa de Varzim e para Castelo Branco.



O Cinema de Annie Baker Tradução Francisco Frazão Com António Simão, Bruno Huca, Rita Cabaço e Miguel Galamba/João Pedro Mamede Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Coordenação Técnica João Chicó Assistência de Encenação Diana Santos e Bernardo Alves Encenação Pedro Carraca Apoio Cinemas NOS M12


No Teatro da Politécnica de 3 de Maio a 3 de Junho
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
SAM     Às vezes há pessoas que ficam sentadas até ao fim do genérico. Mas depois vão-se embora.Annie Baker, O Cinema



Num cinema esquecido de província, três empregados mal pagos varrem pipocas nos corredores vazios e cuidam de um dos últimos projectores de 35mm. Um tributo ao poder do cinema e um doloroso retrato de três pessoas no trabalho.
Nós, os espectadores, somos o ecrã onde é projectado o filme. A luz do projector irradia por sobre as nossas cabeças.


Fotografias © Jorge Gonçalves





SÉRGIO POMBO AGORA 


No Teatro da Politécnica de 18 de Abril a 3 de Junho

3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

A pintura de Sérgio Pombo – pintura, desenho, com figuras ou sem, a pintura que nele tudo é pintura, irredutivelmente pintura – é tão brilhantemente viva que ofusca, é tão desassombrada que nos assalta o equilíbrio, sofre, “o dia em que nasci morra e pereça”, dizia Job, amaldiçoa-nos – mas promete-nos o humano, o humano presente, o humano simplesmente, a vida de hoje, esta, sufocantemente bela na sua crueza rápida, na sua imensa solidão.
Com a rapidez das estrelas cadentes no céu de todas as noites, Sérgio Pombo, persegue a beleza, promete-nos que ela aí vem, está a chegar, voluptuosa.







NA MARGEM DE LÁ - UM LAMENTO de Jorge Silva Melo Com André Loubet, Andreia Bento, Catarina Wallenstein, Gonçalo Silva, Hugo Tourita, João Pedro Mamede, Luís Coelho, Nuno Gonçalo Rodrigues e Pedro Baptista Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M12

Na Sala Estúdio do Teatro Nacional D. Maria II de 25 a 28 de Maio
5ª a sáb. 21h30 | Dom. 16h30

São falas, falas de quem perdeu, daqueles que não vemos, daqueles cujos corpos chegam, de noite, às nossas praias, fronteiras, acampamentos, lampedusas, calais. Quantos mortos cobre aquele mar tranquilo que nos uniu a Àfrica e agora se ergue como muro da morte, Mediterrâneo? São falas. São rascunhos. São esboços de uma peça de teatro? Mas é possível trazer ao palco a vida, a dor, o amor, a esperança, a morte dos que não têm história? Conseguiríamos? Ou só conseguimos escrever um lamento? Tentamos. E conseguimos? Um lamento...

Fotografia © Jorge Gonçalves

 

JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Munoz CardosoJoão Pedro MamedeGuilherme Gomes e Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Encenação Jorge Silva Melo M14


No Teatro Municipal de Almada, 19 de Maio às 21h30

Reservas | 212739360


Na Póvoa de Varzim, no Cine-Teatro Garrett, 3 de Junho às 22h00Reservas | 252 090 210

Em Castelo Branco, no Cine-Teatro Avenida, a 16 de Junho às 18h30Reservas | 272 349 560

TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...


Tennessee Williams
, Jardim Zoológico de Vidro


Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.

Jorge Silva Melo


Fotografia © Jorge Gonçalves

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Continua O CINEMA de Annie Baker e a exposição SÉRGIO POMBO AGORA. No Teatro da Politécnica até 3 de Junho. E na 6ª 19 JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams em Almada, no Teatro Municipal Joaquim Benite. E a partir de 5ª 25 NA MARGEM DE LÁ - UM LAMENTO de Jorge Silva Melo no TNDMII.



O Cinema de Annie Baker Tradução Francisco Frazão Com António Simão, Bruno Huca, Rita Cabaço e Miguel Galamba/João Pedro Mamede Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Coordenação Técnica João Chicó Assistência de Encenação Diana Santos e Bernardo Alves Encenação Pedro Carraca Apoio Cinemas NOS M12


No Teatro da Politécnica de 3 de Maio a 3 de Junho
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00


Num cinema esquecido de província, três empregados mal pagos varrem pipocas nos corredores vazios e cuidam de um dos últimos projectores de 35mm. Um tributo ao poder do cinema e um doloroso retrato de três pessoas no trabalho.
Nós, os espectadores, somos o ecrã onde é projectado o filme. A luz do projector irradia por sobre as nossas cabeças.


Fotografias © Jorge Gonçalves






SÉRGIO POMBO AGORA 

No Teatro da Politécnica de 19 de Abril a 3 de Junho
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo
A pintura de Sérgio Pombo – pintura, desenho, com figuras ou sem, a pintura que nele tudo é pintura, irredutivelmente pintura – é tão brilhantemente viva que ofusca, é tão desassombrada que nos assalta o equilíbrio, sofre, “o dia em que nasci morra e pereça”, dizia Job, amaldiçoa-nos – mas promete-nos o humano, o humano presente, o humano simplesmente, a vida de hoje, esta, sufocantemente bela na sua crueza rápida, na sua imensa solidão.
Com a rapidez das estrelas cadentes no céu de todas as noites, Sérgio Pombo, persegue a beleza, promete-nos que ela aí vem, está a chegar, voluptuosa.

 Jorge Silva Melo







JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Munoz CardosoJoão Pedro MamedeGuilherme Gomes e Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Encenação Jorge Silva Melo M14


No Teatro Municipal de Almada, 19 de Maio às 21h30
RESERVAS | 212739360

 TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...

Tennessee Williams
, Jardim Zoológico de Vidro

Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.
Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves






NA MARGEM DE LÁ - UM LAMENTO de Jorge Silva Melo Com André Loubet, Andreia Bento, Catarina Wallenstein, Gonçalo Silva, Hugo Tourita, João Pedro Mamede, Luís Coelho, Nuno Gonçalo Rodrigues e Pedro Baptista Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M12

No Teatro Nacional D. Maria II de 25 a 28 de Maio5ª a Sáb. 21h30 | Dom. 16h30

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Continua, no Teatro da Politécnica, O CINEMA de Annie Baker e a exposição SÉRGIO POMBO AGORA. E é já para a semana que levamos o JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams a Almada. Na 6ª, 19 de Maio, no Teatro Municipal Joaquim Benite.



O Cinema de Annie Baker Tradução Francisco Frazão Com António Simão, Bruno Huca, Rita Cabaço e Miguel Galamba/João Pedro Mamede Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Coordenação Técnica João Chicó Assistência de Encenação Diana Santos e Bernardo Alves Encenação Pedro Carraca Apoio Cinemas NOS M12


No Teatro da Politécnica de 3 de Maio a 3 de Junho
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00


Num cinema esquecido de província, três empregados mal pagos varrem pipocas nos corredores vazios e cuidam de um dos últimos projectores de 35mm. Um tributo ao poder do cinema e um doloroso retrato de três pessoas no trabalho.
Nós, os espectadores, somos o ecrã onde é projectado o filme. A luz do projector irradia por sobre as nossas cabeças.


Fotografias © Jorge Gonçalves





SÉRGIO POMBO AGORA 

No Teatro da Politécnica de 18 de Abril a 3 de Junho
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo
A pintura de Sérgio Pombo – pintura, desenho, com figuras ou sem, a pintura que nele tudo é pintura, irredutivelmente pintura – é tão brilhantemente viva que ofusca, é tão desassombrada que nos assalta o equilíbrio, sofre, “o dia em que nasci morra e pereça”, dizia Job, amaldiçoa-nos – mas promete-nos o humano, o humano presente, o humano simplesmente, a vida de hoje, esta, sufocantemente bela na sua crueza rápida, na sua imensa solidão.
Com a rapidez das estrelas cadentes no céu de todas as noites, Sérgio Pombo, persegue a beleza, promete-nos que ela aí vem, está a chegar, voluptuosa.

 Jorge Silva Melo






De janeiro de 2017 a janeiro de 2018 nos primeiros domingos de cada mês, às 15h30, a Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva exibe os filmes produzidos pelos Artistas Unidos sobre artistas plásticos.
Onze filmes sobre artistas produzidos pelos Artistas Unidos, um retrato sensível das artes em Portugal na segunda metade do século XX. 
"Sim, tentei fazer retratos" , diz Jorge Silva Melo.

7 de Maio de 2017
ÂNGELO DE SOUSA. Tudo o que sou capaz de Jorge Silva Melo, 2010, 60 min, M/6
ÂNGELO DE SOUSA. Tudo o que sou capaz Realização Jorge Silva Melo Com Nuno Faria e João Perry Assistência de realização Joana Frazão Imagem José Luís Carvalhosa Som Armanda CarvalhoQuintino Bastos Montagem Vítor Alves Miguel Aguiar Produção João Matos, Manuel João Águas Uma Produção Artistas Unidos/ RTP

Um documentário sobre Ângelo de Sousa, pintor.
Ou antes um filme com Ângelo de Sousa, de tal forma estamos perto da sua colaboração? Um filme ao sabor de encontros espaçados no tempo (realizámos um primeiro encontro em Maio de 2007, a que se seguiram duas entrevistas em Setembro desse ano, duas em 10 de Maio de 2008, duas em Maio de 2009, filmámos a inauguração da exposição na Quadrado Azul em Novembro de 2009 - aproveitando apresentações públicas de obras., em que pretendemos captar a permanente fixação de um artista que insistiu na elementaridade dos meios, no abandono dos materiais nobres e dos processos complexos de criação.
Ou o retrato de um homem que se quer teimosamente simples, artista que reduziu o seu trabalho às três cores primárias e ao preto e branco, inventando permanentemente novas formas ou alterando as formas em suportes que as dinamizam.
Ângelo, tal como ele quer.

Jorge Silva Melo

Próxima sessão:
13 de Junho de 2017 | Vieira da Silva em Festa | Tema: Lisboa Capital Ibérico Americana
FERNANDO LEMOS | um filme que anda a ser feito
Com a presença de Jorge Silva Melo

terça-feira, 2 de maio de 2017

Estreamos O CINEMA de Annie Baker no Teatro da Politécnica! E ainda pode ver a exposição SÉRGIO POMBO AGORA. Na FASVS mais uma sessão de A ARTE EM IMAGENS. É a vez de ÂNGELO DE SOUSA. E daqui a dias, 6ª, 19 de Maio, o JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams estará no Teatro Municipal Joaquim Benite, Almada.


O Cinema de Annie Baker Tradução Francisco Frazão Com António Simão, Bruno Huca, Rita Cabaço e Miguel Galamba/João Pedro Mamede Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Coordenação Técnica João Chicó Assistência de Encenação Diana Santos e Bernardo Alves Encenação Pedro Carraca Apoio Cinemas NOS M12


No Teatro da Politécnica de 3 de Maio a 3 de Junho
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00


Num cinema esquecido de província, três empregados mal pagos varrem pipocas nos corredores vazios e cuidam de um dos últimos projectores de 35mm. Um tributo ao poder do cinema e um doloroso retrato de três pessoas no trabalho.
Nós, os espectadores, somos o ecrã onde é projectado o filme. A luz do projector irradia por sobre as nossas cabeças.


Fotografias ©
 Jorge Gonçalves



SÉRGIO POMBO AGORA 

No Teatro da Politécnica de 18 de Abril a 3 de Junho
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

A pintura de Sérgio Pombo – pintura, desenho, com figuras ou sem, a pintura que nele tudo é pintura, irredutivelmente pintura – é tão brilhantemente viva que ofusca, é tão desassombrada que nos assalta o equilíbrio, sofre, “o dia em que nasci morra e pereça”, dizia Job, amaldiçoa-nos – mas promete-nos o humano, o humano presente, o humano simplesmente, a vida de hoje, esta, sufocantemente bela na sua crueza rápida, na sua imensa solidão.
Com a rapidez das estrelas cadentes no céu de todas as noites, Sérgio Pombo, persegue a beleza, promete-nos que ela aí vem, está a chegar, voluptuosa.

 Jorge Silva Melo




De janeiro de 2017 a janeiro de 2018 nos primeiros domingos de cada mês, às 15h30, a Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva exibe os filmes produzidos pelos Artistas Unidos sobre artistas plásticos.
Onze filmes sobre artistas produzidos pelos Artistas Unidos, um retrato sensível das artes em Portugal na segunda metade do século XX.
"Sim, tentei fazer retratos" , diz Jorge Silva Melo.

7 de Maio de 2017
ÂNGELO DE SOUSA. Tudo o que sou capaz de Jorge Silva Melo, 2010, 60 min, M/6
ÂNGELO DE SOUSA. Tudo o que sou capaz Realização Jorge Silva Melo Com Nuno Faria e João Perry Assistência de realização Joana Frazão Imagem José Luís Carvalhosa Som Armanda CarvalhoQuintino Bastos Montagem Vítor Alves e Miguel Aguiar Produção João Matos, Manuel João Águas Uma Produção Artistas Unidos/ RTP

Um documentário sobre Ângelo de Sousa, pintor.
Ou antes um filme com Ângelo de Sousa, de tal forma estamos perto da sua colaboração? Um filme ao sabor de encontros espaçados no tempo (realizámos um primeiro encontro em Maio de 2007, a que se seguiram duas entrevistas em Setembro desse ano, duas em 10 de Maio de 2008, duas em Maio de 2009, filmámos a inauguração da exposição na Quadrado Azul em Novembro de 2009 - aproveitando apresentações públicas de obras., em que pretendemos captar a permanente fixação de um artista que insistiu na elementaridade dos meios, no abandono dos materiais nobres e dos processos complexos de criação.
Ou o retrato de um homem que se quer teimosamente simples, artista que reduziu o seu trabalho às três cores primárias e ao preto e branco, inventando permanentemente novas formas ou alterando as formas em suportes que as dinamizam.
Ângelo, tal como ele quer.

Jorge Silva Melo

Próxima sessão:
13 de Junho de 2017 | Vieira da Silva em Festa | Tema: Lisboa Capital Ibérico Americana
FERNANDO LEMOS | um filme que anda a ser feito
Com a presença de Jorge Silva Melo




JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Munoz Cardoso, João Pedro MamedeGuilherme Gomes Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Encenação Jorge Silva Melo M14


No Teatro Municipal de Almada, 19 de Maio às 21h30
RESERVAS | 212739360

 TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...

Tennessee Williams
, Jardim Zoológico de Vidro

Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.
Jorge Silva Melo

Fotografia © Jorge Gonçalves