segunda-feira, 20 de novembro de 2017

De 4ª 22 a 6ª 24 Novembro acolhemos ECZEMA do Projecto Ruínas. E na 4ª 22 de Novembro, pelas 18h30, um lançamento, SILÊNCIO de João Francisco Vilhena e Pedro Oliveira. E no sábado 25, dia de entrada livre no Teatro da Politécnica. A VOZ DO TEATRO LATINO-AMERICANO. A partir das 16h, leitura de peças argentinas. Del Federico, Tolcachir, Veronese. E saem três Livrinhos de Teatro. E estamos a chegar ao fim do ano, ufa!


ECZEMA de Francisco Oliveira  Com Joana Bárcia e Susana Blazer Luz Nuno Patinho Cenografia Nuno Borda de Água Figurinos Maria Reis Rosa Registo e Edição Rodolfo Pimenta Música Alla Pugacheva “Маэстро” Design Gráfico Miguel Rocha Produção Catarina Caetano - Projecto Ruínas Encenação Francisco Campos Apoio Município de Montemor-o-Novo, SEC - Direcção Geral das Artes, Baal17, Largo Residências, Projecto M Estrutura Associada O Espaço do Tempo                                                                                                                    
No Teatro da Politécnica de 22 a 24 de Novembro
4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00
Na rua, o que resta de um bordel à antiga, decrépito, usado, tipo vida portuguesa dos bordéis, clube de vídeo, croassanteria, e todos os negócios que já não dão. Restos.
As duas prostitutas, em vias de serem desalojadas, pelo rolo compressor da gentrificação, derrotadas pela padaria portuguesa, e pela invasão das correntes migratórias, tentam sobreviver na nova economia. A irritação das prostitutas perante o que lhes parece ser a prostituição da sociedade às mãos do negócio das coisas very tipical.


SILÊNCIO de João Francisco Vilhena e Pedro Oliveira
Apresentação no dia 24 de Novembro, às 18h30, no Teatro da Politécnica, com a presença dos autores.


Silêncio, viagens do fotógrafo - artista visual João Francisco Vilhena e do músico - compositor Pedro Oliveira; descobertas em três territórios diferentes recolhendo imagens, sons e palavras, desenhando uma linha de Norte a Sul. Um mapa imaginário de um novo mundo. A imagem deum navio adormecido na areia do deserto do Sara, o som do vento entre as pedras da Beira Alta, as palavras dos poetas ao romper da aurora no mar da Islândia. “Longe” é feito de histórias e aventuras em terras desconhecidas. Uma narrativa visual e musical, um livro/cd com música dentro das páginas habitadas por imagens. A música e as palavras marcam o espaço das imagens, a latitude e a longitude o silêncio da música. SILÊNCIO é um projeto visual e musical de João Vilhena e Pedro Oliveira, acompanhado pelas palavras de António Mega Ferreira.


A VOZ DO TEATRO LATINO-AMERICANO - Uma maratona de leituras no Teatro da Politécnica

No Teatro da Politécnica a 25 de Novembro
Sempre nos surpreendeu, entusiasmou, irritou, escandalizou, trocou as voltas a voz que nos vem da América-Latina, território teatral.
Pertenço àqueles que ficaram definitivamente marcados pelos teatros de génios como Victor Garcia, José Celso Martinez Corrêa, Alfredo Arias, Copi, o grupo TSE (e também Lavelli, claro). Mas nos últimos anos, e sobretudo depois da grande crise argentina, eis que descubro, entusiasmado também uma nova dramaturgia vinda desse sul distante. Não apenas os grandes objectos cénicos que descobrimos, estupefactos, nos anos de todas as liberdades europeias (e ditaduras na américa latina). Agora o que me deslumbra é a riqueza, a diversidade, a espontaneidade, a irreverência, a indisciplina de uma literatura dramática que todos os anos nos traz dezenas de novos textos.”

Jorge Silva Melo
Continuando o trabalho regular dos Artistas Unidos (que revelaram em Portugal Rafael Spregelburd e editaram Copi e Rodrigo García), eis que surgem, na Colecção Livrinhos de Teatro, 3 autores inovadores do Teatro Argentino Contemporâneo, Matías Del Federico, Daniel Veronese e Claudio Tolcachir.
Para falarmos desse teatro incandescente, caótico, febril, dilacerante, realizamos uma maratona de leituras no Teatro da Politécnica, no sábado 25 de Novembro, em fecho do ano de 2017 e integrada na iniciativa o Passado e Presente – Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017. Nessa tarde serão lançados os 3 Livrinhos de Teatro com seis peças destes autores argentinos.

A VOZ DO TEATRO LATINO-AMERICANO
Sábado, 25 de Novembro no Teatro da Politécnica (entrada livre)
16h00 - Em Terapia de
 Matías Del Federico
17h30 - Mulheres Sonharam Cavalos de Daniel Veronese
19h00 - A Omissão da Famíla Coleman de Claudio Tolcachir
Com Andreia Bento, André Loubet, António Simão, Inês Pereira, Isabel Muñoz Cardoso, João Pedro Mamede, Nuno Gonçalo Rodrigues, Pedro Baptista, Pedro Carraca, Vânia Rodrigues.

Passado e Presente – Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura 2017
Uma iniciativa da UCCI e da CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
(DIREÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA E EGEAC)
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa Fernando Medina
Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa Catarina Vaz Pinto
Diretor Municipal de Cultura Manuel Veiga
Conselho de Administração da EGEAC Joana Gomes Cardoso e Lucinda Lopes
Coordenação-geral da programação António Pinto Ribeiro




segunda-feira, 13 de novembro de 2017

E JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams está no Teatro da Politécnica até sábado, 18. E na 4ª, 22 de Novembro, recebemos ECZEMA de Francisco Oliveira, só até 6ª 24. E hoje, na Biblioteca da INCM, Jorge Silva Melo lê FERNANDO LEMOS.


JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Muñoz CardosoJoão Pedro Mamede, Guilherme Gomes e   Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Encenação Jorge Silva Melo M14
 

No Teatro da Politécnica de 8 a 18 de Novembro

4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Em Estarreja, no Cine-Teatro de Estarreja a 2 de Dezembro
Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 8 de Dezembro

TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...

Tennessee Williams
, Jardim Zoológico de Vidro

Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.
Jorge Silva Melo


Fotografia © Jorge Gonçalves


ECZEMA de Francisco Oliveira  Com Francisco Campos, Joana Bárcia e Susana Blazer Luz Nuno Patinho Cenografia Nuno Borda de Água Figurinos Maria Reis Rosa Registo e Edição Rodolfo Pimenta Design Gráfico Miguel Rocha Produção Catarina Caetano - Projecto Ruínas Encenação de Francisco Campos


No Teatro da Politécnica de 22 a 24 de Novembro4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00
Duas mulheres de gerações distintas, de reputação questionável e sem tempo para perceber porque se odeiam, disputam o mesmo território. Um espaço pouco recomendável em que ambas vão esboçando, em catadupa e intermitentemente, pensamentos duvidosos, considerações geopolíticas e outras reflexões atópicas, ora sobre o preço dos cosméticos ora sobre origem da sua própria decadência. A cidade em transformação serve de pano de fundo do combate, entre apontamentos oníricos e referências sexuais explícitas. Em comum, a sensação que a vida lhes escapa e, claro, o negócio da carne.

“Eczema é um projeto a partir de um texto neocínico sobre um microcosmos autofágico, no centro da cidade. Passa-se ali todos os dias o que sempre se passou e continuará a passar-se, adiando em cada um o aparentemente inevitável processo de gentrificação e modernização.
Uma mónada sem janelas para o mundo de que é reflexo. Uma espécie de ponto zero na agitação típica do mundo exposto e globalizado." 


INCM/AU

E na Biblioteca da Imprensa Nacional (Rua da Escola Politécnica, 135) vamos ler poesias de alguns poetas editados pela INCM. Porque gostamos de dar a voz aos poetas, voz alta.

13 de Novembro de 2017, 18h30: Fernando Lemos por Jorge Silva Melo

Próxima sessão:
5 de Fevereiro de 2018, 18h30: Alberto de Lacerda por
 Jorge Silva Melo e Nuno Gonçalo Rodrigues



segunda-feira, 6 de novembro de 2017

E JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams está de volta ao Teatro da Politécnica. Para apenas 10 apresentações.


JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Muñoz Cardoso, João Pedro Mamede, Guilherme Gomes e   Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Encenação Jorge Silva Melo M14
 

No Teatro da Politécnica de 8 a 18 de Novembro

4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Em Estarreja, no Cine-Teatro de Estarreja a 2 de Dezembro
Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 8 de Dezembro

TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...

Tennessee Williams
, Jardim Zoológico de Vidro

Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.
Jorge Silva Melo


Fotografia © Jorge Gonçalves

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

E enquanto vamos à Guarda com JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams, (sábado 4), os Cena Múltipla estão no Teatro da Politécncia com OS MORTOS NÃO BEBEM CHÁ, a partir de Daniil Harms. Apenas 6ª, 3 e sábado 4.

JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Muñoz CardosoJoão Pedro MamedeGuilherme Gomes e   Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Encenação Jorge Silva Melo M14
 
Na Guarda, no Teatro Municipal da Guarda a 4 de Novembro

No Teatro da Politécnica de 8 a 18 de Novembro

4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Em Estarreja, no Cine-Teatro de Estarreja a 2 de Dezembro
Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 8 de Dezembro

TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...

Tennessee Williams
, Jardim Zoológico de Vidro

Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.

Jorge Silva Melo


Fotografia © Jorge Gonçalves

OS MORTOS NÃO BEBEM CHÁ de Daniil Harms Com Beatriz Soares, Carina Henriques, Diana Lima, Francisca Silva, João Pinto, Leonor Vilar, Ricardo Jacob e Sofia Almeida Cenário e Figurinos Catarina Pé Curto com os intérpretes Voz Pedro d’Orey Luz Francis Seleck Fotografia Catarina Pé Curto Encenação Francis Seleck Produção Cena Múltipla – Associação Cultural O Mundo do Espectáculo Apoio Câmara Municipal de Almada

No Teatro da Politécnica a 3 e 4 de Novembro
6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Impotentes perante uma realidade que as procura destruir e precipitadas num mundo às avessas, as personagens vivem o seu extraordinário quotidiano sem sentido, retidas numa armadilha que põe à mostra os lados mais secretos da consciência humana.
Numa sucessão de pequenas histórias absurdas, surrealistas, recheadas de humor negro, tragicamente cómicas e próximas do “non-sense”, o pequeno mundo de Daniil Harms atravessa situações sem saída, perturbado por uma inesperada razão louca, em luta contra o sentido, numa sensação de pesadelo iminente que se torna realidade.
 
Fotografia © Catarina Pé Curto 




segunda-feira, 30 de outubro de 2017

É já no sábado 4, que voltamos à Guarda com JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams. Que, a partir de 8 de Novembro e apenas para 10 representações, estará no Teatro da Politécnica. E é já na 6ª feira 3 de Novembro que recebemos OS MORTOS NÃO BEBEM CHÁ a partir de Daniil Harms, pela Cena Múltipla. E hoje estaremos na Biblioteca da Imprensa Nacional a ler excertos de peças de TRILOGIA DO OLHAR de José Gardeazabal, pelas 18h30.


JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Muñoz Cardoso, João Pedro Mamede, Guilherme Gomes e Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Encenação Jorge Silva Melo M14
Na Guarda, no Teatro Municipal da Guarda a 4 de Novembro

No Teatro da Politécnica de 8 a 18 de Novembro

4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Em Estarreja, no Cine-Teatro de Estarreja a 2 de Dezembro
Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 8 de Dezembro

TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...

Tennessee Williams
, Jardim Zoológico de Vidro

Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.
Jorge Silva Melo


Fotografia © Jorge Gonçalves


OS MORTOS NÃO BEBEM CHÁ de Daniil Harms Com Beatriz Soares, Carina Henriques, Diana Lima, Francisca Silva, João Pinto, Leonor Vilar, Ricardo Jacob e Sofia Almeida Cenário e Figurinos Catarina Pé Curto com os intérpretes Voz Pedro d’Orey Luz Francis Seleck Fotografia Catarina Pé Curto Encenação Francis Seleck Produção Cena Múltipla – Associação Cultural O Mundo do Espectáculo Apoio Câmara Municipal de Almada

No Teatro da Politécnica a 3 e 4 de Novembro
6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Impotentes perante uma realidade que as procura destruir e precipitadas num mundo às avessas, as personagens vivem o seu extraordinário quotidiano sem sentido, retidas numa armadilha que põe à mostra os lados mais secretos da consciência humana.
Numa sucessão de pequenas histórias absurdas, surrealistas, recheadas de humor negro, tragicamente cómicas e próximas do “non-sense”, o pequeno mundo de Daniil Harms atravessa situações sem saída, perturbado por uma inesperada razão louca, em luta contra o sentido, numa sensação de pesadelo iminente que se torna realidade.
 
Fotografia © Catarina Pé Curto 




segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Este sábado termina a carreira de A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis. E a exposição do Xana. No Teatro da Politécnica. No sábado 4, estaremos na Guarda com JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams. E continuamos a receber assinaturas para os Livrinhos de Teatro 2018: 10 livros = 50 euros. E dentro em breve OS MORTOS NÃO BEBEM CHÁ um espectáculo da Cena Múltipla a partir de Daniil Harms.


A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com João Meireles, Inês Pereira, Américo Silva, Vânia Rodrigues, André Loubet, Pedro Baptista, Pedro CarracaJoão Pedro Mamede Nuno Gonçalo Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo M12
 
No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Milítsa Já te disse – não somos boas para nada – sempre inquietas, sempre vazias – suplicamos, queixamo-nos – não somos feitas para nada, só para o mal – fomos nós que destruímos o Paraíso.

Dimítris Dimitriádis, A Vertigem dos Animais Antes do Abate

Tudo cai, tudo está a ruir, a morte anda por aí neste texto seminal de um grande poeta de Salónica, Grécia. Riso, gritos, paixões, lágrimas, abraços, esperma. “O nosso dever”, diz Dimitriádis, "é voltar a fazer entrar personagens nos palcos que Beckett esvaziou para sempre”. Pois, paradoxal, vertiginoso.

Fotografia © Jorge Gonçalves


Labirinto X001 é o titulo da instalação artística de XANA com utilização de diversos aparelhos electrónicos e objectos industriais.
A estrutura da instalação será realizada com cerca de 1200 caixas contentoras de plástico, numa organização modular que surge na sequência da construção do Arco do Triunfo, Barcelona (2009) e das Assembleias realizadas na Fundação Gulbenkian e  Museu do Chiado - MNAC (2012). 
Esta nova "arquitectura" estabelece corredores múltiplos, com percursos opcionais, envolvendo o público numa vivência multisensorial, onde surgirão diversas surpresas, algumas sonoras.
Este será o primeiro de uma série de “labirintos”, a construir, tendo como tema os três valores que Xana tem vindo a discorrer: Amor, Liberdade e Sabedoria.

No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

 LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável,
com sons, cores, padrões (e até palavras)  até que o lugar fique estranho
ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Com muitas caixas de pandora e fios de Ariadne.
Com liberdade livre para construir… perder-se,  ou encontrar o Minotauro?
Amar para transcender, imaginar para prosseguir, preparados para lutar ou dançar.
Passeamos em todos os sonhos do mundo como numa confeitaria

Xana,  2017

Fotografia © Jorge Gonçalves



JARDIM ZOOLÓGICO DE VIDRO de Tennessee Williams Tradução José Miguel Silva Com Isabel Munoz Cardoso, João Pedro Mamede, Guilherme Gomes e Vânia Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Coordenação Técnica João Chicó Produção João Meireles Assistência de Encenação António Simão Encenação Jorge Silva Melo

Na Guarda, no Teatro Municipal da Guarda a 4 de Novembro
No Teatro da Politécnica de 8 a 18 de Novembro

4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
Em Estarreja, no Cine-Teatro de Estarreja a 2 de Dezembro
Em Ponte de Lima, no Teatro Diogo Bernardes a 8 de Dezembro

TOM Hoje em dia o mundo é atravessado por relâmpagos que o iluminam! Apaga as velas, Laura - e adeus...
Tennessee Williams, Jardim Zoológico de Vidro
Derrotados, sim, abandonados, sem hipótese, deixados para trás, com a electricidade cortada e contas por pagar, vencidos: mas estes são os invencíveis, esses sonhadores que Tennessee Williams cantou.

Jorge Silva Melo

Fotografias © Jorge Gonçalves 






ASSINATURAS LIVRINHOS DE TEATRO 2018
Vamos continuar com os Livrinhos de Teatro. Em 2018, queremos editar 10 volumes. Enviaremos 3 a 4 remessas durante o ano. Sem portes de correio. Mas, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica em 2018.
Quanto tem de pagar? 50 euros no acto da assinatura.
Por cheque para Rua Campo de Ourique, 120 – 1250-062 Lisboa ou por transferência bancária IBAN PT50 0007 0018 00257 880006 19
JANEIRO
Nº 111 – Claudio Tolcachir – A Omissão da Família Coleman/ Terceiro Corpo
Nº 112 – Daniel Veronese – Mulheres Sonharam Cavalos/ De Carro
Nº 113 – Matías Del Federico – Em Terapia/ Somos Childfree
Nº 114 – Owen McCafferty – Sem Alarde
MARÇO
Nº 115 – Marguerite Duras – O Teatro da Amante Inglesa
SETEMBRO
Nº 116 – Dimítris Dimitriádis –  A Circularidade do Quadrado
Nº 117 – Jean Cocteau – Os Pais Terríveis/ A Águia das Duas Cabeças
NOVEMBRO
Nº 118 – Juan Mayorga – O Cartógrafo
Nº 119 – título a indicar
Nº 120 – título a indicar

Informações: abento@artistasunidos.pt.



OS MORTOS NÃO BEBEM CHÁ de Daniil Harms Com Beatriz Soares, Carina Henriques, Diana Lima, Francisca Silva, João Pinto, Leonor Vilar, Ricardo Jacob e Sofia Almeida Cenário e Figurinos Catarina Pé Curto com os intérpretes Voz Pedro d’Orey Luz Francis Seleck Fotografia Catarina Pé Curto Encenação Francis Seleck Produção Cena Múltipla – Associação Cultural O Mundo do Espectáculo Apoio Câmara Municipal de Almada

No Teatro da Politécnica a 3 e 4 de Novembro
6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Impotentes perante uma realidade que as procura destruir e precipitadas num mundo às avessas, as personagens vivem o seu extraordinário quotidiano sem sentido, retidas numa armadilha que põe à mostra os lados mais secretos da consciência humana.
Numa sucessão de pequenas histórias absurdas, surrealistas, recheadas de humor negro, tragicamente cómicas e próximas do “non-sense”, o pequeno mundo de Daniil Harms atravessa situações sem saída, perturbado por uma inesperada razão louca, em luta contra o sentido, numa sensação de pesadelo iminente que se torna realidade.

Fotografia © Catarina Pé Curto