segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Última semana de O GRANDE DIA DA BATALHA no Teatro Nacional D.Maria II. A partir desta 5.ª 22 DRAMATÍCULOS 2 de Samuel Beckett no Teatro da Politécnica. E andamos em ensaios finais de O TEATRO DA AMANTE INGLESA de Marguerite Duras para estrear a 7 de Março. Nessa noite, inauguramos uma exposição de Daniel Fernandes, DESENHOS COM COR. E na Casa da Cultura de Setúbal, na 5ª 22, António Simão e Luís Lucas lêem DAVID MOURÃO-FERREIRA.


O GRANDE DIA DA BATALHA variações sobre ALBERGUE NOCTURNO de Máximo Gorki Com Vânia Rodrigues, Paula Mora, Rúben Gomes, Hugo Tourita, Figueira Cid, André Loubet, Gonçalo Carvalho, José Neves, Simon Frankel, Ricardo Aibéo, Inês Pereira, João Pedro Mamede, Pedro Baptista, Tiago Matias, Gonçalo Egito, João Estima, Diana Narciso, Rita Delgado, Miguel Galamba e Sara Inês GiganteCenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Apoio Musical Rui Rebelo Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos Coprodução TNDMII

No Teatro Nacional D. Maria II de 18 de Janeiro a 25 de Fevereiro
4ª às 19h00 | 5ª a Sáb. às 21h | Dom. às 16h

São "os tristes, os vis, os oprimidos", escreveu Gomes Leal quando ouvia "os passos da Canalha" anunciando "O grande dia da Batalha". E que foi feito deles, abandonados pela industrialização, abandonados pela pós-industrialização, morrendo de drogas como outrora de tuberculose? Usámo-los para comprar a boa consciência dos nossos salões burgueses? E agora espantamo-nos ao vê-lo engrossar, como na Alemanha de 1933, as milícias de miseráveis que querem "restaurar a ordem", voltar atrás? "Pois foi, diz JSM, enxertei a minha perplexidade neste texto maior de Gorki, o que em 1901, assim abriu as cenas ao mundo colectivo, o que inventou o plano geral no teatro, o que fez soprar sobre os miseráveis um vento cálido de Primavera."

Luca Todos somos precisos para se fazer um mundo.

Jorge Silva Melo, O Grande Dia da Batalha

Fotografia © Jorge Gonçalves

DRAMATÍCULOS 2 de Samuel Beckett Tradução e Dramaturgia Isabel Lopes Com Isabel Lopes, Fábio Costa e Alexandre Calçada Música Carlos Alberto Augusto Luz Carina Galante Encenação Fernando Mora Ramos M16

No Teatro da Politécnica de 22 a 24 de Fevereiro
5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Dramatículos 2 - Eu não, Cadeira de embalar, Acto sem palavras de Samuel Beckett - Três curtas peças em que 1ª: Boca jorra palavras 2ª: O corpo de um actor ensaia o que diz sem falar 3ª: uma voz gravada, repete à exaustão uma fala, dobrada em cena pontualmente - as três sobre formas de morrer, de sobreviver, a iminente necessidade dessa possibilidade, falas/tentativas de ser, de viver…



TEATRO DA AMANTE INGLESA de Marguerite Duras Tradução Luís Francisco Rebello Com Isabel Muñoz Cardoso, João Meireles e Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Encenação Jorge Silva Melo M12

No Teatro da Politécnica de 7 de Março a 14 de Abril
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00
Reservas | 961960281 | 213916750 (dias úteis das 10h00 às 18h00)

Quem foi esta mulher que assassinou a prima e dispersou os pedaços do cadáver pelo viadutos do caminho de ferro? A notícia tocou Marguerite Duras. E o facto de a criminosa nunca ter parado de fazer perguntas sobre o que fizera e porquê. "Quem é esta mulher?" chamou-se a primeira versão feita em Portugal deste texto seco, duro e frio.

O Interrogador Confessou ser a autora da morte da sua prima Marie-Thérèse Bousquet?
Claire É verdade.
Marguerite Duras, O Teatro da Amante Inglesa



DESENHOS COM COR de Daniel Fernandes

No Teatro da Politécnica de 7 de Março a 14 de Abril
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo
APOIO Fundação Calouste Gulbenkian
Daniel Fernandes mostra trabalhos recentes, onde procedimentos exaustivos de sobreposição e rasura fazem deslocar os desenhos para um espaço partilhado com a pintura.



EM VOZ ALTA 
os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.
Gostamos de ler os poetas, os que desbravam os sentidos desta vida. 


Na Casa da Cultura de Setúbal, 5ª 22 de Fevereiro, às 21h30

DAVID MOURÃO-FERREIRA 
por
 António Simão e Luís Lucas

Fotografia © Jorge Gonçalves


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Últimas semanas de O GRANDE DIA DA BATALHA no Teatro Nacional D. Maria II. No Teatro da Politécnica estreamos 9 ANOS DEPOIS a partir da ILÍADA dos AUÉÉÉU, de 3ª 13 de Fevereiro a Sáb. 17. Já esta 5ª 15 na Fundação Calouste Gulbenkian estreia o filme FERNANDO LEMOS – COMO, NÃO É RETRATO? de Jorge Silva Melo. E de 22 a 24 de Fevereiro acolhemos DRAMATÍCULOS 2 de Samuel Beckett no Teatro da Politécnica. E retomamos as leituras de poesias : na 5ª 15 de Fevereiro na Casa Fernando Pessoa, Lia Gama e Luis Lucas lêem CAMILO PESSANHA, e no sábado, 17, Jorge Silva Melo acompanhará Lia Gama na Casa Sommer, em Cascais.


O GRANDE DIA DA BATALHA variações sobre ALBERGUE NOCTURNO de Máximo Gorki Com Vânia RodriguesPaula Mora, Rúben Gomes, Hugo Tourita, Figueira Cid, André Loubet, Gonçalo Carvalho, José Neves, Simon Frankel, Ricardo Aibéo, Inês Pereira, João Pedro Mamede, Pedro Baptista, Tiago Matias, Gonçalo Egito, João Estima, Diana NarcisoRita Delgado, Miguel Galamba e Sara Inês GiganteCenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Apoio Musical Rui Rebelo Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos Coprodução TNDMII

No Teatro Nacional D. Maria II de 18 de Janeiro a 25 de Fevereiro
4ª às 19h00 | 5ª a Sáb. às 21h | Dom. às 16h

São "os tristes, os vis, os oprimidos", escreveu Gomes Leal quando ouvia "os passos da Canalha" anunciando "O grande dia da Batalha". E que foi feito deles, abandonados pela industrialização, abandonados pela pós-industrialização, morrendo de drogas como outrora de tuberculose? Usámo-los para comprar a boa consciência dos nossos salões burgueses? E agora espantamo-nos ao vê-lo engrossar, como na Alemanha de 1933, as milícias de miseráveis que querem "restaurar a ordem", voltar atrás? "Pois foi, diz JSM, enxertei a minha perplexidade neste texto maior de Gorki, o que em 1901, assim abriu as cenas ao mundo colectivo, o que inventou o plano geral no teatro, o que fez soprar sobre os miseráveis um vento cálido de Primavera."

Luca Todos somos precisos para se fazer um mundo.
Jorge Silva Melo, O Grande Dia da Batalha
Fotografia © Jorge Gonçalves


9 ANOS DEPOIS a partir da Ilíada Com Beatriz Brás, Vânia Geraz, Sérgio Coragem, Jean Louis Silva, Joana Manaças, Filipe Velez, Miguel Cunha, João Santos, Frederico Barata e Tiago Velez Artista plástica Rosana Pereira Apoio ao desenho de luz Manel Abrantes Cartaz Filipe Andrade Produção AUÉÉÉU Apoio Fundação GDA M16

No Teatro da Politécnica de 13 a 17 de Fevereiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Partindo da relação dos homens com os deuses, deuses que observam do alto do Olimpo, concentrámo-nos na ideia de ver e de «fazer ver». Contemplar ou ser objecto de contemplação.
As perguntas de uma rádio disfuncional transformam-se em imagens projectadas de um «Mundo-Poema», num único take de cinema composto por detours de filmes. Mas no teatro tudo está exposto: ação e paixão tornam-se pouco discerníveis e já não se sabe quem vê e quem é visto, quem pinta e quem é pintado.

Fotografia © Alípio Padilha


FERNANDO LEMOS – Como, não é retrato? de Jorge Silva Melo Com João Pedro Mamede Imagem José Luís Carvalhosa Som Armanda Carvalho Assistente de Imagem  Paulo Menezes Misturas Nuno Carvalho Montagem Miguel Aguiar Realização Jorge Silva Melo Produção Manuel João Águas/ Pedro Jordão Uma Produção Artistas Unidos/RTP Com o apoio da Fundação Gulbenkian (75min)

Na Sala Polivalente da Colecção Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian a 15 de Fevereiro, às 18h30

Começámos este filme em 2008... terminamos agora, entre Lisboa e São Paulo.
"Fui estudante, serralheiro, marceneiro, estofador, impressor de litografia, desenhador, publicitário, professor, pintor, fotógrafo, tocador de gaita, emigrante, exilado, director de museu, assessor de ministros, pesquisador, jornalista, poeta, júri de concursos....

.....conselheiro de pinacotecas, comissário de eventos internacionais, designer de feiras industriais, cenógrafo, pai de filhos, bolseiro, e tenho duas pátrias, uma que me fez e outra que me ajudo a fazer. Como se vê, sou mais um português à procura de coisa melhor." diz Fernando Lemos, artista que em 1953 deixou Lisboa rumo ao Brasil.






DRAMATÍCULOS 2 de Samuel Beckett Tradução e Dramaturgia Isabel Lopes Com Isabel Lopes, Fábio Costa e Alexandre Calçada Música Carlos Alberto Augusto Luz Carina Galante Encenação Fernando Mora Ramos M16
No Teatro da Politécnica de 22 a 24 de Fevereiro
5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Dramatículos 2 - Eu não, Cadeira de embalar, Acto sem palavras de Samuel Beckett - Três curtas peças em que 1ª: Boca jorra palavras 2ª: O corpo de um actor ensaia o que diz sem falar 3ª: uma voz gravada, repete à exaustão uma fala, dobrada em cena pontualmente - as três sobre formas de morrer, de sobreviver, a iminente necessidade dessa possibilidade, falas/tentativas de ser, de viver…




EM VOZ ALTA 
os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos
Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.
Vamos começar pelo principio: Camilo PessanhaEu vi a luz em um país perdido.  E ler grandes partes da Clepsidralivro brevissimo e determinante da poesia portuguesa. Sim, e também aqui se fala do tal capote alentejano com que Pessoa viria a agasalhar um dos seus heterónimos. Sim, estamos na origem da poesia moderna.
Gostamos de ler os poetas, os que desbravam os sentidos desta vida.


Na Casa Fernando Pessoa, 5ª 15 de Fevereiro às 18h30

CAMILO PESSANHA por 
Lia Gama e Luís Lucas


Em Cascais, na Casa Sommer, Sáb. 17 de Fevereiro às 18h30
CAMILO PESSANHA por
 Lia Gama e Jorge Silva Melo


Fotografia © Jorge Gonçalves





segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Hoje, pelas 18,30 estaremos na Biblioteca da Imprensa Nacional a ler poesia de Alberto de Lacerda. Até domingo, 25, prossegue O GRANDE DIA DA BATALHA no Teatro Nacional D. Maria II. No Teatro da Politécnica preparamo-nos para receber 9 ANOS DEPOIS a partir da ILÍADA dos AUÉÉÉU, de 13 a 17 de Fevereiro. E na 5ª 15 ante-estreia de FERNANDO LEMOS – como, não é retrato? de Jorge Silva Melo na Sala Polivalente da Colecção Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian.



A VOZ DOS POETAS

INCM/AU


E na Biblioteca da Imprensa Nacional (Rua da Escola Politécnica) vamos ler poesias de alguns poetas editados pela INCM. Porque gostamos de dar a voz aos poetas, voz alta.

2ª 5 de Fevereiro, 18h30: Alberto de Lacerda por Jorge Silva Melo e Nuno Gonçalo Rodrigues

Próxima sessão
2ª 2 de Abril, 18h30: Adolfo Casais Monteiro por Jorge Silva Melo e Luís Lucas

Fotografia © Jorge Gonçalves



O GRANDE DIA DA BATALHA variações sobre o ALBERGUE NOCTURNO de Máximo Gorki Com Vânia RodriguesPaula Mora, Rúben Gomes, Hugo Tourita, Figueira Cid, André Loubet, Gonçalo Carvalho, José NevesSimon FrankelRicardo AibéoInês Pereira, João Pedro MamedePedro BaptistaTiago MatiasGonçalo Egito, João Estima, Diana Narciso, Rita DelgadoMiguel Galamba e Sara Inês GiganteCenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Apoio Musical Rui Rebelo Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Isabel Muñoz CardosoEncenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos Coprodução TNDMII

No Teatro Nacional D. Maria II de 18 de Janeiro a 25 de Fevereiro
4ª às 19h00 | 5ª a Sáb. às 21h | Dom. às 16h

São "os tristes, os vis, os oprimidos", escreveu Gomes Leal quando ouvia "os passos da Canalha" anunciando "O grande dia da Batalha". E que foi feito deles, abandonados pela industrialização, abandonados pela pós-industrialização, morrendo de drogas como outrora de tuberculose? Usámo-los para comprar a boa consciência dos nossos salões burgueses? E agora espantamo-nos ao vê-lo engrossar, como na Alemanha de 1933, as milícias de miseráveis que querem "restaurar a ordem", voltar atrás? "Pois foi, diz JSM, enxertei a minha perplexidade neste texto maior de Gorki, o que em 1901, assim abriu as cenas ao mundo colectivo, o que inventou o plano geral no teatro, o que fez soprar sobre os miseráveis um vento cálido de Primavera."

Luca Todos somos precisos para se fazer um mundo.

Jorge Silva Melo, O Grande Dia da Batalha

Fotografia © Jorge Gonçalves



9 ANOS DEPOIS a partir da Ilíada Com Beatriz Brás, Vânia Geraz, Sérgio Coragem, Jean Louis Silva, Joana Manaças, Filipe Velez, Miguel Cunha, João Santos, Frederico Barata e Tiago Velez Artista plástica Rosana Pereira Apoio ao desenho de luz Manel Abrantes Cartaz Filipe Andrade Produção AUÉÉÉU Apoio Fundação GDA M16

No Teatro da Politécnica de 13 a 17 de Fevereiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Partindo da relação dos homens com os deuses, deuses que observam do alto do Olimpo, concentrámo-nos na ideia de ver e de «fazer ver». Contemplar ou ser objecto de contemplação.
As perguntas de uma rádio disfuncional transformam-se em imagens projectadas de um «Mundo-Poema», num único take de cinema composto por detours de filmes. Mas no teatro tudo está exposto: ação e paixão tornam-se pouco discerníveis e já não se sabe quem vê e quem é visto, quem pinta e quem é pintado.

Fotografia © Alípio Padilha



FERNANDO LEMOS – como, não é retrato? de Jorge Silva Melo Com João Pedro Mamede Imagem José Luís Carvalhosa Som Armanda Carvalho Assistente de Imagem  Paulo Menezes Misturas Nuno Carvalho Montagem Miguel Aguiar Realização Jorge Silva Melo Produção Manuel João Águas/ Pedro Jordão Uma Produção Artistas Unidos/RTP Com o apoio da Fundação Gulbenkian (75min)

Na Sala Polivalente da Colecção Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian a 15 de Fevereiro, às 18h30
Entrada Livre

Começámos este filme em 2008... terminamos agora, entre Lisboa e São Paulo.
"Fui estudante, serralheiro, marceneiro, estofador, impressor de litografia, desenhador, publicitário, professor, pintor, fotógrafo, tocador de gaita, emigrante, exilado, director de museu, assessor de ministros, pesquisador, jornalista, poeta, júri de concursos....

.....conselheiro de pinacotecas, comissário de eventos internacionais, designer de feiras industriais, cenógrafo, pai de filhos, bolseiro, e tenho duas pátrias, uma que me fez e outra que me ajudo a fazer. Como se vê, sou mais um português à procura de coisa melhor." diz Fernando Lemos, artista que em 1953 deixou Lisboa rumo ao Brasil.


quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

COMUNICADO | 9 ANOS DEPOIS a partir da Ilíada



COMUNICADO

Devido às obras no Jardim Botânico, a alameda de entrada do Teatro da Politécnica encontra-se fechada ao público entre 2ª 5 e domingo 11, pelo que fomos obrigados a adiar a estreia de

9 ANOS DEPOIS, um espectáculo dos AUÉÉÉU que os Artistas Unidos acolhem nesse teatro. A estreia passa a ser na 3ª feira, 13 de Fevereiro pelas 19h ficando o espectáculo em cena até sábado, 17. Do facto pedimos as nossas desculpas.

AUÉÉÉU
Artistas Unidos



9 ANOS DEPOIS a partir da Ilíada Com Beatriz Brás, Vânia Geraz, Sérgio Coragem, Jean Louis Silva, Joana Manaças, Filipe Velez, Miguel Cunha, João Santos, Frederico Barata e Tiago Velez Artista plástica Rosana Pereira Apoio ao desenho de luz Manel Abrantes Cartaz Filipe Andrade Produção AUÉÉÉU Apoio Fundação GDA M16

No Teatro da Politécnica de 13 a 17 de Fevereiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Partindo da relação dos homens com os deuses, deuses que observam do alto do Olimpo, concentrámo-nos na ideia de ver e de «fazer ver». Contemplar ou ser objecto de contemplação.
As perguntas de uma rádio disfuncional transformam-se em imagens projectadas de um «Mundo-Poema», num único take de cinema composto por detours de filmes. Mas no teatro tudo está exposto: ação e paixão tornam-se pouco discerníveis e já não se sabe quem vê e quem é visto, quem pinta e quem é pintado.

Fotografia © Alípio Padilha

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Prossegue O GRANDE DIA DA BATALHA de Máximo Gorki e Jorge Silva Melo no Teatro Nacional D.Maria II. E começamos a andar por aí com MORRO COMO PAÍS de Dimítris Dimitriádis: na 6ª, 2 de Fevereiro estamos no Teatro da Rainha (Caldas). E na 2ª 5, pelas 18.30 vamos ler poemas de Alberto de Lacerda na Biblioteca da Imprensa Nacional. A partir de 7 de Fevereiro no Teatro da Politécnica estará em cena 9 ANOS DEPOIS a partir da ILÍADA dos AUÉÉÉU. E na 4ª 7 de Fevereiro, pelas 19h00, O BORRÃO e CONSULTÓRIO de Augusto Sobral, na Antena 2, Teatro Sem Fios.


O GRANDE DIA DA BATALHA variações sobre o ALBERGUE NOCTURNO de Máximo Gorki Com Vânia Rodrigues, Paula Mora, Rúben Gomes, Hugo Tourita, Figueira Cid, André Loubet, Gonçalo CarvalhoJosé Neves, Simon Frankel, Ricardo Aibéo, Inês Pereira, João Pedro Mamede, Pedro Baptista, Tiago Matias, Gonçalo Egito, João Estima, Diana Narciso, Rita Delgado, Miguel Galamba e Sara Inês GiganteCenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Apoio Musical Rui Rebelo Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Isabel Muñoz CardosoEncenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos Coprodução TNDMII

No Teatro Nacional D. Maria II de 18 de Janeiro a 25 de Fevereiro
4ª às 19h00 | 5ª a Sáb. às 21h | Dom. às 16h

São "os tristes, os vis, os oprimidos", escreveu Gomes Leal quando ouvia "os passos da Canalha" anunciando "O grande dia da Batalha". E que foi feito deles, abandonados pela industrialização, abandonados pela pós-industrialização, morrendo de drogas como outrora de tuberculose? Usámo-los para comprar a boa consciência dos nossos salões burgueses? E agora espantamo-nos ao vê-lo engrossar, como na Alemanha de 1933, as milícias de miseráveis que querem "restaurar a ordem", voltar atrás? "Pois foi, diz JSM, enxertei a minha perplexidade neste texto maior de Gorki, o que em 1901, assim abriu as cenas ao mundo colectivo, o que inventou o plano geral no teatro, o que fez soprar sobre os miseráveis um vento cálido de Primavera."

Luca Todos somos precisos para se fazer um mundo.
Jorge Silva Melo, O Grande Dia da Batalha

Fotografia © Jorge Gonçalves


MORRO COMO PAÍS de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com Isabel Muñoz Cardoso e Jorge Silva Melo A classificar pela CCE


Nas Caldas da Rainha, no Teatro da Rainha, na 6ª 2 de Fevereiro, pelas 21h30

MORRO COMO PAÍS fala da morte de um território devastado pela guerra civil,pela corrupção política e pela subversão moral. Ampla discussão sobre temas como as violações dos direitos humanos, as ditaduras militares e civis.
Curto texto que, numa apoteose orgástica da palavra, nos dá a ler a morte física e espiritual de um país vencido (a Grécia da "ditadura dos coronéis"), figuração trágica (numa espécie de amálgama de todas as perversões e subversões) de uma outra morte muito mais radical, a de todos os valores da Humanidade e do próprio Homem.
Fotografia © Jorge Gonçalves



A VOZ DOS POETAS
INCM/AU

E na Biblioteca da Imprensa Nacional (Rua da Escola Politécnica) vamos ler poesias de alguns poetas editados pela INCM. Porque gostamos de dar a voz aos poetas, voz alta.

2ª 5 de Fevereiro, 18h30: Alberto de Lacerda por Jorge Silva Melo e Nuno Gonçalo Rodrigues

Próxima sessão
2ª 2 de Abril, 18h30: Adolfo Casais Monteiro por Jorge Silva Melo e Luís Lucas


9 ANOS DEPOIS a partir da Ilíada Com Beatriz Brás, Vânia Geraz, Sérgio Coragem, Jean Louis Silva, Joana Manaças, Filipe Velez, Miguel Cunha, João Santos, Frederico Barata e Tiago Velez Artista plástica Rosana Pereira Apoio ao desenho de luz Manel Abrantes Cartaz Filipe Andrade Produção AUÉÉÉU Apoio Fundação GDA M16

No Teatro da Politécnica de 7 a 17 de Fevereiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00


Partindo da relação dos homens com os deuses, deuses que observam do alto do
Olimpo, concentrámo-nos na ideia de ver e de «fazer ver». Contemplar ou ser objecto de contemplação.

As perguntas de uma rádio disfuncional transformam-se em imagens projectadas de um «Mundo-Poema», num único take de cinema composto por detours de filmes. Mas no teatro tudo está exposto: ação e paixão tornam-se pouco discerníveis e já não se sabe quem vê e quem é visto, quem pinta e quem é pintado.


Fotografia © Alípio Padilha




O BORRÃO de Augusto Sobral Com António Simão, Pedro Carraca e Rogério Vieira

CONSULTÓRIO de Augusto Sobral Com Andreia Bento, Isabel Muñoz Cardoso, Pedro Carraca e Rogério Vieira
No Teatro Sem Fios, Antena 2, 7 de Fevereiro às 19h00
Duas peças em 1 acto de Augusto Sobral que, em 1961, romperam com o teatro que se fazia em Portugal. Quem é quem? Quem queremos ver no lugar do outro? Quem somos? Quem querem que sejamos? Um teatro irónico sobre o pesadelo da identidade e da burocracia.

Fotografia ©
 Jorge Gonçalves

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

E na próxima 5ª feira, 25 de Janeiro, pelas 21h30, Jorge Silva Melo lê MÁRIO DIONÍSIO na Casa da Cultura de Setúbal. No TNDMII continua O GRANDE DIA DA BATALHA de Máximo Gorki e Jorge Silva Melo. E no Teatro da Politécnica últimos dias de DÉDALO de Miguel Graça. Só até sábado 27 de Janeiro.



EM VOZ ALTA
os nossos poetas
leituras de poesia portuguesa pelos Artistas Unidos

Na Casa da Cultura de Setúbal, 5ª 25 de Janeiro às 21h30
Leitura de Terceira Idade de Mário Dionísio por Jorge Silva Melo
Gostamos de ler os poetas, os que desbravam os sentidos desta vida. Sim, vamos começar com "Terceira Idade", livro maior de autor esquecido, Mário Dionísio, poeta, ficcionista, ensaista, autor imprescindível.

Eu gosto de ler em voz alta, eu gosto de ouvir poesia lida pelos actores com quem trabalho, eu gosto de poesia lida para várias pessoas, eu gosto de leituras de poesia, ver gente, sentir gente à volta das palavras suspensas do poeta.
Jorge Silva Melo


Fotografia © Jorge Gonçalves




O GRANDE DIA DA BATALHA variações sobre o ALBERGUE NOCTURNO de Máximo Gorki Com Vânia Rodrigues, Paula Mora, Rúben Gomes, Hugo Tourita, Figueira Cid, André LoubetGonçalo CarvalhoJosé Neves, Simon Frankel, Ricardo Aibéo, Inês Pereira, João Pedro Mamede, Pedro Baptista, Tiago Matias, Gonçalo Egito, João Estima, Diana Narciso, Rita Delgado, Miguel Galamba e Sara Inês GiganteCenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Som André Pires Apoio Musical Rui Rebelo Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo Uma produção Artistas Unidos Coprodução TNDMII

No Teatro Nacional D. Maria II de 18 de Janeiro a 25 de Fevereiro
4ª às 19h00 | 5ª a Sáb. às 21h | Dom. às 16h

São "os tristes, os vis, os oprimidos", escreveu Gomes Leal quando ouvia "os passos da Canalha" anunciando "O grande dia da Batalha". E que foi feito deles, abandonados pela industrialização, abandonados pela pós-industrialização, morrendo de drogas como outrora de tuberculose? Usámo-los para comprar a boa consciência dos nossos salões burgueses? E agora espantamo-nos ao vê-lo engrossar, como na Alemanha de 1933, as milícias de miseráveis que querem "restaurar a ordem", voltar atrás? "Pois foi, diz JSM, enxertei a minha perplexidade neste texto maior de Gorki, o que em 1901, assim abriu as cenas ao mundo colectivo, o que inventou o plano geral no teatro, o que fez soprar sobre os miseráveis um vento cálido de Primavera."

Luca Todos somos precisos para se fazer um mundo.
Jorge Silva Melo, O Grande Dia da Batalha


Fotografia © Jorge Gonçalves





DÉDALO de Miguel Graça Com David Esteves e Pedro Caeiro Desenho de Luz Daniel Worm d’Assumpção Criação David Esteves, Miguel Graça e Pedro Caeiro M16

No Teatro da Politécnica de 17 a 27 de Janeiro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª a Sáb. às 21h00



Como se constrói uma casa? É esta a pergunta que dois actores e um autor ausente tentam responder. A casa é uma metáfora para a família, para o amor e para o auto-conhecimento, e as três personagens vivem a impossibilidade de alcançarem cada uma dessas três coisas em diferentes momentos da vida.
Dédalo é a segunda parte de uma trilogia de Miguel Graça que se iniciou em 2016 com Minotauro e terminará em 2018 com Ariadne. Os textos têm em comum, para além da relação com as figuras mitológicas, a ilusão de que não existe uma realidade efabulada, sendo o dispositivo dramático do aqui e agora o motor da acção, o que leva a uma (aparente) ausência de personagens e a uma mistura entre realidade e ficção.


Fotografia © Alípio Padilha