sexta-feira, 22 de setembro de 2017

JOGADORES de Pau Miró (o filme!) passa na RTP2 amanhã, sábado, 23, pelas 22h.


JOGADORES de Pau Miró Tradução Joana Frazão Com Américo Silva, António Simão, João Meireles e Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografia José Luís Carvalhosa Assistente de imagem Lisa Persson Som Armanda Carvalho Assistente de som Miguel Gaspar, Bernardo Theriaga e Tomé Palmeirim Montagem Miguel Aguiar e Eduardo Breda Misturas Nuno Carvalho Construções Thomas Karhel Assistente de plateau João Delgado Produção Pedro Carraca Realização Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar Produção Artistas Unidos/RTP

Na RTP2, 23 de Setembro às 22h00

Numa casa antiga, ao redor de uma mesa, debaixo de uma lâmpada, quatro homens jogam uma partida de cartas. Esta casa é um refúgio onde se aceitam todos os fracassos, onde todos são permitidos. O fracasso é a regra, não a excepção. O dinheiro desapareceu, assim como desapareceu qualquer possibilidade de sucesso pessoal. Ao ponto de bater no fundo, as quatro personagens decidem arriscar. O jogo torna-se perigoso.

É como se estas personagens se tivessem esquecido do texto e estivessem à espera que voltasse. Perderam o pulsar do mundo, e só têm uma maneira de o recuperar, talvez demasiado arriscada, seguramente demasiado perigosa. E louca. E também desesperada. Ao fim e ao cabo, no entanto, a única maneira.

Pau Miró

Personagens sem esperança, à deriva, sem trabalho, perdidos num mundo que já não é o seu, aparentemente "normais" mas com um fundo de mistério e turbulência que vão mostrando pouco a pouco. Jogadores trata dos páramos da meia-idade e do vício do risco, do colocar-se em perigo: a vertigem como forma de escape de uma realidade opaca.

Marcos Ordóñez

Fotografia © Jorge Gonçalves

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Amanhã, pelas 19h00, no Teatro da Politécnica, Isabel Muñoz Cardoso e Jorge Silva Melo lerão MORRO COMO UM PAÍS de Dimitriádis (entrada livre, integrado no Bairro das Artes). E está aberta a exposição LABIRINTO X001. De Xana. E, depois, pelas 21h00, A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis. E já estão abertas as assinaturas para os Livrinhos de Teatro 2018. 10 livros, 50 euros.


MORRO COMO PAÍS de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com Isabel Muñoz Cardoso e Jorge Silva Melo

No Teatro da Politécnica a 21 de Setembro às 19h00
(integrado no Bairro das Artes)

MORRO COMO PAÍS fala da morte de um território devastado pela guerra civil,pela corrupção política e pela subversão moral. Ampla discussão sobre temas como as violações dos direitos humanos, as ditaduras militares e civis.
Curto texto que, numa apoteose orgástica da palavra, nos dá a ler a morte física e espiritual de um país vencido (a Grécia da "ditadura dos coronéis"), figuração trágica (numa espécie de amálgama de todas as perversões e subversões) de uma outra morte muito mais radical, a de todos os valores da Humanidade e do próprio Homem.

Entrada Livre
Os bilhetes são distribuídos a partir das 17h00, por ordem de chegada.

Fotografia © Jorge Gonçalves



No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável, com acções e talvez línguas até que o lugar fique estranho ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Passeamos em todos sonhos do mundo como numa confeitaria.

Xana, Primavera 2017
Fotografia © Jorge Gonçalves

 



JOGADORES de Pau Miró Tradução Joana Frazão Com Américo Silva, António Simão, João Meireles e Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografia José Luís Carvalhosa Assistente de imagem Lisa Persson Som Armanda Carvalho Assistente de som Miguel Gaspar, Bernardo Theriaga e Tomé Palmeirim Montagem Miguel Aguiar e Eduardo Breda Misturas Nuno Carvalho Construções Thomas Karhel Assistente de plateau João Delgado Produção Pedro Carraca Realização Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar Produção Artistas Unidos/RTP 

Na RTP2, 23 de Setembro às 22h00

Numa casa antiga, ao redor de uma mesa, debaixo de uma lâmpada, quatro homens jogam uma partida de cartas. Esta casa é um refúgio onde se aceitam todos os fracassos, onde todos são permitidos. O fracasso é a regra, não a excepção. O dinheiro desapareceu, assim como desapareceu qualquer possibilidade de sucesso pessoal. Ao ponto de bater no fundo, as quatro personagens decidem arriscar. O jogo torna-se perigoso.

É como se estas personagens se tivessem esquecido do texto e estivessem à espera que voltasse. Perderam o pulsar do mundo, e só têm uma maneira de o recuperar, talvez demasiado arriscada, seguramente demasiado perigosa. E louca. E também desesperada. Ao fim e ao cabo, no entanto, a única maneira.

Pau Miró

Personagens sem esperança, à deriva, sem trabalho, perdidos num mundo que já não é o seu, aparentemente "normais" mas com um fundo de mistério e turbulência que vão mostrando pouco a pouco. Jogadores trata dos páramos da meia-idade e do vício do risco, do colocar-se em perigo: a vertigem como forma de escape de uma realidade opaca.

Marcos Ordóñez

Fotografia © Jorge Gonçalves


Vamos continuar com os Livrinhos de Teatro. Em 2018, queremos editar 10 volumes. Enviaremos 3 a 4 remessas durante o ano. Sem portes de correio. Mas, se preferir levantar os seus livros no Teatro da Politécnica, oferecemos-lhe 1 bilhete para qualquer espectáculo dos Artistas Unidos no Teatro da Politécnica em 2018.
Quanto tem de pagar? 50 euros no acto da assinatura.
Por cheque para Rua Campo de Ourique, 120 – 1250-062 Lisboa ou por transferência bancária IBAN PT50 0007 0018 00257 880006 19

JANEIRO Nº 111 – Claudio Tolcachir – A Omissão da Família Coleman/ Terceiro Corpo Nº 112 – Daniel Veronese – Mulheres Sonharam Cavalos/ De Carro Nº 113 – Matías Del Federico – Em Terapia/ Somos Childfree Nº 114 – Owen McCafferty – Sem Alarde

MARÇO
Nº 115 – Marguerite Duras – O Teatro da Amante Inglesa


SETEMBRO
Nº 116
– Dimítris Dimitriádis –  A Circularidade do Quadrado
Nº 117 – Jean Cocteau – Os Pais Terríveis/ A Águia das Duas Cabeças

NOVEMBRO
Nº 118 – Juan Mayorga – O Cartógrafo
Nº 119 – título a indicar Nº 120 – título a indicar

Informações: abento@artistasunidos.pt e aqui.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

O Teatro da Politécnica já abriu. Em cena, A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis. E uma exposição de Xana, LABIRINTO X001. E atenção, na 5ª feira 21, pelas 19h, Isabel Muñoz Cardoso e Jorge Silva Melo lerão MORRO COMO UM PAÍS de Dimitriádis (entrada livre, integrado no Bairro das Artes). E no Sábado, 23 de Setembro, às 22h00, passa na RTP2 JOGADORES de Pau Miró.


A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com João Meireles, Inês Pereira, Américo Silva, Vânia Rodrigues, André Loubet, Pedro Baptista, Pedro Carraca, João Pedro Mamede e Nuno Gonçalo Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo M16
 
No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro 3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Milítsa Já te disse – não somos boas para nada – sempre inquietas, sempre vazias – suplicamos, queixamo-nos – não somos feitas para nada, só para o mal – fomos nós que destruímos o Paraíso.
Dimítris Dimitriádis, A Vertigem dos Animais Antes do Abate

Tudo cai, tudo está a ruir, a morte anda por aí neste texto seminal de um grande poeta de Salónica, Grécia. Riso, gritos, paixões, lágrimas, abraços, esperma. “O nosso dever”, diz Dimitriádis, "é voltar a fazer entrar personagens nos palcos que Beckett esvaziou para sempre”. Pois, paradoxal, vertiginoso.

Fotografia © Jorge Gonçalves



No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável, com acções e talvez línguas até que o lugar fique estranho ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Passeamos em todos sonhos do mundo como numa confeitaria.

Xana, Primavera 2017


Fotografia © Jorge Gonçalves



MORRO COMO PAÍS de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com Isabel Muñoz Cardoso e Jorge Silva Melo

No Teatro da Politécnica a 21 de Setembro às 19h00
(integrado no Bairro das Artes)

MORRO COMO PAÍS fala da morte de um território devastado pela guerra civil,pela corrupção política e pela subversão moral. Ampla discussão sobre temas como as violações dos direitos humanos, as ditaduras militares e civis.
Curto texto que, numa apoteose orgástica da palavra, nos dá a ler a morte física e espiritual de um país vencido (a Grécia da "ditadura dos coronéis"), figuração trágica (numa espécie de amálgama de todas as perversões e subversões) de uma outra morte muito mais radical, a de todos os valores da Humanidade e do próprio Homem.

Entrada Livre
Os bilhetes são distribuídos a partir das 17h00, por ordem de chegada.

Fotografia © Jorge Gonçalves




JOGADORES de Pau Miró Tradução Joana Frazão Com Américo Silva, António Simão, João Meireles e Pedro Carraca Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Fotografia José Luís Carvalhosa Assistente de imagem Lisa Persson Som Armanda Carvalho Assistente de som Miguel Gaspar, Bernardo Theriaga e Tomé Palmeirim Montagem Miguel Aguiar e Eduardo Breda Misturas Nuno Carvalho Construções Thomas Karhel Assistente de plateau João Delgado Produção Pedro Carraca Realização Jorge Silva Melo e Miguel Aguiar Produção Artistas Unidos/RTP

Na RTP2 a 23 de Setembro às 22h00

É como se estas personagens se tivessem esquecido do texto e estivessem à espera que voltasse. Perderam o pulsar do mundo, e só têm uma maneira de o recuperar, talvez demasiado arriscada, seguramente demasiado perigosa. E louca. E também desesperada. Ao fim e ao cabo, no entanto, a única maneira.

Pau Miró

Personagens sem esperança, à deriva, sem trabalho, perdidos num mundo que já não é o seu, aparentemente "normais" mas com um fundo de mistério e turbulência que vão mostrando pouco a pouco. Jogadores trata dos páramos da meia-idade e do vício do risco, do colocar-se em perigo: a vertigem como forma de escape de uma realidade opaca.

Marcos Ordóñez





segunda-feira, 11 de setembro de 2017

E a biheteira já abriu. Pois é na 4ª, 13 de Setembro, que reabrimos o Teatro da Politécnica. Sim, estreamos A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis. E o Xana inaugura uma exposição, LABIRINTO x001. Mas sabem que em Évora passa o nosso filme sobre a SOFIA AREAL no Museu Frei Manuel do Cenáculo



A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com João Meireles, Inês Pereira, Américo Silva, Vânia Rodrigues, André LoubetPedro BaptistaPedro Carraca, João Pedro Mamede e Nuno Gonçalo Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes AlvesLuz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo M16
 
No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Milítsa Já te disse – não somos boas para nada – sempre inquietas, sempre vazias – suplicamos, queixamo-nos – não somos feitas para nada, só para o mal – fomos nós que destruímos o Paraíso.
Dimítris Dimitriádis, A Vertigem dos Animais Antes do Abate

Tudo cai, tudo está a ruir, a morte anda por aí neste texto seminal de um grande poeta de Salónica, récia. Riso, gritos, paixões, lágrimas, abraços, esperma. “O nosso dever”, diz Dimitriádis, "é voltar a fazer entrar personagens nos palcos que Beckett esvaziou para sempre”. Pois, paradoxal, vertiginoso.

Fotografia © Jorge Gonçalves 


No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável, com acções e talvez línguas até que o lugar fique estranho ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Passeamos em todos sonhos do mundo como numa confeitaria.
Xana, Primavera 2017



SOFIA AREAL: um gabinete anti-dor de Jorge Silva Melo Imagem José Luís Carvalhosa Assistente de Imagem Paulo Menezes Som Armanda Carvalho Montagem Vítor Alves e Miguel Aguiar Realização Jorge Silva Melo Uma Produção Artistas Unidos/RTP (2016)

Em Évora, no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, 14 de Setembro às 22h00
 
Sofia Areal, pintora, é um caso singularíssimo nas artes portuguesas. A sua pintura é expansiva, aberta, solar, vital, afirmativa (chamou mesmo “Sim!” à sua primeira antológica), ela não recua perante noções como “o belo” ou “a alegria”. “É uma promessa de felicidade?”, perguntei-lhe num dia de filmagens. “Ou é mesmo a felicidade.”, respondeu.

Com SOFIA AREAL: um gabinete anti-dor que concluímos em 2016 filmámos a artista em várias ocasiões a partir de 2011, ao sabor de vários encontros e dos trabalhos que iamos fazendo. Não se trata de um documentário retrospectivo, mas sim um filme que está ao seu lado, a seguir o seu fazer, as suas dúvidas, certezas, conquistas. Aquilo que me interessou foi ver a Sofia Areal pensar pintando, pintar pensando. Pois nela, “o que em mim pensa está pintando”, é o seu oficio, o dessa mão que todos os dias faz a alegria.

E a Sofia Areal continua a pintar. E eu preciso tanto da sua pintura afirmativa. Que, como ela diz, “é uma questão de sobrevivência.”


segunda-feira, 4 de setembro de 2017

E chegou Setembro. E estreamos A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis. E temos uma exposição de Xana. É na 4ª, 13 de Setembro que voltamos a abrir as portas do Teatro da Politécnica.


A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com João Meireles, Inês Pereira, Américo Silva, Vânia Rodrigues, André LoubetPedro BaptistaPedro CarracaJoão Pedro Mamede e Nuno Gonçalo Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo M16
 
No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Milítsa Já te disse – não somos boas para nada – sempre inquietas, sempre vazias – suplicamos, queixamo-nos – não somos feitas para nada, só para o mal – fomos nós que destruímos o Paraíso.
Dimítris Dimitriádis, A Vertigem dos Animais Antes do Abate

Tudo cai, tudo está a ruir, a morte anda por aí neste texto seminal de um grande poeta de Salónica, récia. Riso, gritos, paixões, lágrimas, abraços, esperma. “O nosso dever”, diz Dimitriádis, "é voltar a fazer entrar personagens nos palcos que Beckett esvaziou para sempre”. Pois, paradoxal, vertiginoso.

Fotografia © Jorge Gonçalves 



LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável, com acções e talvez línguas até que o lugar fique estranho ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Passeamos em todos sonhos do mundo como numa confeitaria.
Xana, Primavera 2017


No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro

3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Daqui a dias, a 13 de Setembro voltamos a abrir as portas do Teatro da Politécnica. Com A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis e uma exposição de Xana.


A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com João Meireles, Inês Pereira, Américo Silva, Vânia Rodrigues, André Loubet, Pedro Baptista, Pedro Carraca, João Pedro Mamede e Nuno Gonçalo Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues e Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo M16
 
No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Milítsa Já te disse – não somos boas para nada – sempre inquietas, sempre vazias – suplicamos, queixamo-nos – não somos feitas para nada, só para o mal – fomos nós que destruímos o Paraíso.
Dimítris Dimitriádis, A Vertigem dos Animais Antes do Abate

Tudo cai, tudo está a ruir, a morte anda por aí neste texto seminal de um grande poeta de Salónica, récia. Riso, gritos, paixões, lágrimas, abraços, esperma. “O nosso dever”, diz Dimitriádis, "é voltar a fazer entrar personagens nos palcos que Beckett esvaziou para sempre”. Pois, paradoxal, vertiginoso.

Fotografia © Jorge Gonçalves 



LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável, com acções e talvez línguas até que o lugar fique estranho ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.
Passeamos em todos sonhos do mundo como numa confeitaria.
Xana, Primavera 2017


No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro

3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

quinta-feira, 27 de julho de 2017

E voltamos, e estamos nos ensaios finais de A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis, com estreia marcada para 13 de Setembro no Teatro da Politécnica. E com uma exposição do Xana, Labirinto x001.


A VERTIGEM DOS ANIMAIS ANTES DO ABATE de Dimítris Dimitriádis Tradução José António Costa Ideias Com João Meireles, Inês Pereira, Américo SilvaVânia Rodrigues, André Loubet, Pedro Baptista, Pedro CarracaJoão Pedro Mamede e Nuno Gonçalo Rodrigues Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves Luz Pedro Domingos Som André Pires Assistência de Encenação Nuno Gonçalo Rodrigues Isabel Muñoz Cardoso Encenação Jorge Silva Melo M12

No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª e 4ª às 19h00 | 5ª e 6ª às 21h00 | Sáb. às 16h00 e às 21h00

Milítsa Já te disse – não somos boas para nada – sempre inquietas, sempre vazias – suplicamos, queixamo-nos – não somos feitas para nada, só para o mal – fomos nós que destruímos o Paraíso.

Dimítris Dimitriádis, A Vertigem dos Animais Antes do Abate

Tudo cai, tudo está a ruir, a morte anda por aí neste texto seminal de um grande poeta de Salónica, Grécia. Riso, gritos, paixões, lágrimas, abraços, esperma. “O nosso dever”, diz Dimitriádis, "é voltar a fazer entrar personagens nos palcos que Beckett esvaziou para sempre”. Pois, paradoxal, vertiginoso.

Fotografia © Jorge Gonçalves


No Teatro da Politécnica de 13 de Setembro a 28 de Outubro
3ª a 6ª das 17h00 | Sáb. das 15h00 até ao final do espectáculo

LABIRINTO  X001, paisagem artificial num diagrama habitável,
com acções e talvez línguas até que o lugar fique estranho
ou como diria Fernando Pessoa: tentaremos a metafisica dos chocolates.

Passeamos em todos sonhos do mundo como numa confeitaria.

Xana, Primavera 2017